Sunday, April 26, 2026
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Fiscal risks in gas revenues: challenges for Mozambique’s economic stability

Riscos fiscais nas receitas do gás: desafios para a estabilidade económica de Moçambique

Mozambique’s macroeconomic scenario in the hydrocarbons sector faces considerable challenges, despite optimistic projections of economic growth. These positive expectations are confronted with significant changes in the production and export of liquefied natural gas, which not only directly impacts the growth rate, but also poses fiscal risks that could result in an increase in public debt.

According to the Economic and Social Plan and State Budget (PESOE), the extractive industry sector for the year 2023 forecasts overall growth of 23.1 per cent, which will be supported by increased production of rubies, coal, heavy sands (ilmenite, zircon and rutile), natural gas and construction materials.

The projections made, despite showing growth in the extractive sector, do not always take into account market fluctuations. In 2022, a notable example of these challenges occurred when the country carried out the first export of gas from the Rovuma Basin, part of the Coral Sul project, which had been planned for previous years. This deviation between projected and realised revenues highlights Mozambique’s vulnerability to variations in gas production and exports, underlining the pressing need for sound fiscal management.

Fluctuations in the hydrocarbon sector, combined with the lack of sensitivity analyses of production volumes, make it difficult to identify and implement the fiscal adjustments needed to maintain economic stability.

With the expectation of collecting revenues estimated at 4,056 million Meticais annually between 2023 and 2025 with the start of natural gas production, the state is faced with a duality of opportunities and challenges. Although these revenues represent an economic boost, the fiscal risks associated with volatility in production and financing choices could negatively impact the country’s financial stability.

Prudent management of the fiscal risks linked to gas revenues is crucial for Mozambique’s economic stability. Realistic projections, sensitivity analyses, transparency in public finances and balanced financing strategies are essential to mitigate the challenges presented by the volatile nature of the hydrocarbon sector.

Sasol reitera o seu compromisso com o desenvolvimento económico e conteúdo local

Na abertura da 3ª Conferência de Investimento de Inhambane, Francisco Augusto, Director de Operações da Sasol em Moçambique, compartilhou a experiência da empresa na implementação de uma estratégia de conteúdo local. A Sasol Petroleum Temane, destacando seu compromisso com o desenvolvimento económico da região, revelou que, entre 2022 e 2023, a empresa investiu cerca de 3,6 bilhões de dólares.

É notável que desse montante significativo, 900 milhões de dólares foram destinados a empresas localizadas na província de Inhambane. O fundo representa mais do que o dobro dos gastos no período desde a assinatura do plano quinquenal de conteúdo local (2019-2025).

A Sasol reforça seu papel activo no fortalecimento da economia local, contribuindo para o crescimento sustentável da região. O compromisso financeiro substancial evidencia a importância que a empresa atribui ao desenvolvimento das comunidades onde opera, reforçando parcerias e impulsionando a economia provincial.

Sasol reiterates its commitment to economic development and local content in Mozambique

At the opening of the 3rd Inhambane Investment Conference, Francisco Augusto, Sasol’s Operations Director in Mozambique, shared the company’s experience in implementing a local content strategy. Sasol Petroleum Temane, highlighting its commitment to the economic development of the region, revealed that between 2022 and 2023, the company has invested around 3.6 billion dollars.

It is noteworthy that of this significant amount, 900 million dollars has been earmarked for companies located in Inhambane province. The fund represents more than double the spending in the period since the signing of the five-year local content plan (2019-2025).

Sasol is reinforcing its active role in strengthening the local economy, contributing to the sustainable growth of the region. The substantial financial commitment highlights the importance the company attaches to developing the communities where it operates, strengthening partnerships and boosting the provincial economy.

“Cerca de 63% das pequenas e médias empresas não tem seguro” AIMO.

A Associação Industrial de Moçambique (AIMO) desempenhou um papel crucial na consolidação e estímulo do crescimento do mercado de seguros no país durante sua participação na segunda edição do Conferências do Índico, centrado no Mercado de Seguros.

Durante o evento, líderes e especialistas discutiram amplamente vários aspectos do sector de seguros em Moçambique, analisando o panorama actual e identificando desafios cruciais que afectam particularmente as pequenas e médias empresas (PMEs) do sector industrial.

Um dos principais obstáculos abordados foi a carência de comunicação eficaz e informação sobre produtos, juntamente com a necessidade de melhorar a literacia financeira e de seguros entre as empresas do sector industrial. Muitas dessas empresas carecem de conhecimento apropriado sobre os produtos de seguro disponíveis, dificultando a tomada de decisões informadas.

Outro desafio destacado foi a questão dos preços competitivos, com os prémios de seguro elevados representando uma barreira significativa para PMEs industriais. O mercado foi instigado a buscar soluções que garantam preços mais acessíveis, permitindo que um maior número de empresas tenha acesso a coberturas adequadas.

Além disso, a disponibilidade limitada de linhas de seguros nas instituições bancárias foi identificada como um factor restritivo para o acesso das PMEs industriais ao mercado de seguros. Destacou-se a necessidade crucial de desenvolver mecanismos que facilitem a obtenção de seguros por meio dessas instituições, simplificando o processo e tornando-o mais inclusivo.

A AIMO, reconhecendo a importância vital do sector de seguros para o desenvolvimento sustentável das indústrias em Moçambique, reiterou seu compromisso em colaborar estreitamente com as partes interessadas. A organização busca superar esses desafios e criar um ambiente mais propício à participação das PMEs industriais no mercado de seguros.

A segunda edição do Conferências do Índico teve como foco o tema “Mercado de Seguros em Moçambique: Acertar o passo dos Mega-Projectos”. A sessão de debate contou com a participação de figuras proeminentes, incluindo Ragendra de Sousa, ex-ministro da Indústria e Comércio, representantes do ISSM, BCI, Pesquisador do CIP, Emose e a própria Associação Industrial de Moçambique. Durante o evento, a AIMO apresentou propostas visionárias visando a transformação do sector industrial nacional, destacando a Indústria Extractiva, o crescimento do conteúdo local e a liderança nos projetos de desenvolvimento implementados em Moçambique.

Comprometida com a promoção de eventos construtivos, a AIMO reafirmou seu apoio contínuo às conferências do Índico, que desempenham um papel fundamental na troca de conhecimentos e experiências relevantes para os setores industrial e de seguros em Moçambique.

“Around 63% of small and medium-sized businesses are uninsured” AIMO.

The Industrial Association of Mozambique (AIMO) played a crucial role in consolidating and stimulating the growth of the insurance market in the country during its participation in the second edition of Conferências do Índico, focused on the Insurance Market.

During the event, leaders and experts extensively discussed various aspects of the insurance sector in Mozambique, analyzing the current panorama and identifying crucial challenges that particularly affect small and medium-sized enterprises (SMEs) in the industrial sector.

One of the main obstacles addressed was the lack of effective communication and product information, along with the need to improve financial and insurance literacy among companies in the industrial sector. Many of these companies lack proper knowledge about the insurance products available, making it difficult to make informed decisions.

Another challenge highlighted was the issue of competitive pricing, with high insurance premiums representing a significant barrier for industrial SMEs. The market was urged to seek solutions that guarantee more affordable prices, allowing a greater number of companies to have access to adequate cover.

In addition, the limited availability of insurance lines at banking institutions was identified as a factor restricting industrial SMEs’ access to the insurance market. The crucial need to develop mechanisms that make it easier to obtain insurance through banks was highlighted.

AIMO, recognizing the vital importance of the insurance sector for the sustainable development of industries in Mozambique, reiterated its commitment to collaborate closely with stakeholders. The organization seeks to overcome these challenges and create a more conducive environment for industrial SMEs to participate in the insurance market.

The second edition of Conferências do Índico focused on the theme “Insurance Market in Mozambique: Getting Mega-Projects Right”. The debate session was attended by leading figures, including Ragendra de Sousa, former Minister of Industry and Commerce, representatives of ISSM, BCI, CIP Researcher, Emose and the Industrial Association of Mozambique itself. During the event, AIMO presented visionary proposals aimed at transforming the national industrial sector, highlighting the Extractive Industry, the growth of local content and leadership in the development projects implemented in Mozambique.

Committed to promoting constructive events, AIMO reaffirmed its continued support for the Indico conferences, which play a key role in the exchange of knowledge and experiences relevant to the industrial and insurance sectors in Mozambique.

Moçambique será o terceiro país africano com maior dívida pública em 2024, revela FMI.

Moçambique será o terceiro país africano com maior dívida pública em 2024, revela relatório do FMI

Segundo as projecções do Fundo Monetário Internacional (FMI), Moçambique será o terceiro país africano com a maior dívida pública em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) em 2024. O país, já enfrentando um endividamento significativo, verá sua dívida subir para 92,4% do PIB no próximo ano, comparado aos 89,7% estimados para o ano corrente.

Continentalmente, apenas o Sudão, com impressionantes 238,8% de dívida em relação ao PIB, e Cabo-Verde, com 109,7%, superam a previsão para Moçambique. Este último se destacará como uma das poucas nações a testemunhar um aumento substancial em seu endividamento, situando-se claramente acima da média africana de 59,7%, enquanto muitos outros países da região estão previstos para experimentar reduções ou estabilidade em suas dívidas.

O relatório “África Special Issue” do FMI destaca que, entre os 50 países africanos analisados, apenas 12 devem testemunhar um aumento em sua dívida pública em 2024. Moçambique, com um crescimento de 2,7 pontos percentuais, ocupa o terceiro lugar nessa lista, precedido por Ruanda e Ilhas Comores.

Quanto ao ranking dos países africanos com os níveis mais elevados de endividamento público em 2024, Moçambique ocupa a terceira posição, atrás do Sudão e Cabo-Verde. Este cenário coloca o país acima da média africana de 62,7% e da média da África Subsaariana de 55,8%, embora permaneça abaixo dos 94,3% registados em 2022.

Em termos de grandes economias africanas, Angola projecta uma dívida pública de 77,1% do PIB em 2024, classificando-se como a 11ª percentagem mais elevada do continente. A África do Sul segue com 75,8%, enquanto a Nigéria mantém uma das taxas mais baixas, com apenas 41,3%.

Os cinco países africanos com as maiores dívidas públicas em relação ao PIB em 2024 são:

  1. Sudão – 238,8% (256% em 2023);
  2. Cabo-Verde – 109,7% (113,1% em 2023);
  3. Moçambique – 92,4% (89,7% em 2023);
  4. Congo – 91% (97,8% em 2023);
  5. Egito – 88,1% (92,7% em 2023).

Estas conclusões foram apresentadas no relatório “Africa Special Issue” do Fundo Monetário Internacional.

Importante notar que, segundo o último boletim trimestral sobre a dívida pública do Ministério da Economia e Finanças, o Estado moçambicano encerrou o terceiro trimestre de 2023 com um estoque de dívida pública de 972 mil milhões de meticais, indicando um aumento de 5,1% em relação ao final de 2022.

A dívida externa, que representa 66% do total, é estimada em 643 mil milhões de meticais, com destaque para os credores multilaterais, bilaterais (com a China em destaque) e Eurobonds (Mozam 2032). A dívida interna, que compõe 44% do total, cresceu 16% desde Dezembro de 2022, atingindo 328 mil milhões de meticais no final do terceiro trimestre de 2023.

No que diz respeito aos custos com o serviço da dívida, o Plano Económico e Social e Orçamento do Estado (PESOE) para 2024 estima que o pagamento de juros e reembolso de capital representará 7,6% do PIB projectado para o próximo ano. Isso implica um aumento de 18% em comparação a 2023, totalizando aproximadamente 116,6 mil milhões de meticais. Para o corrente ano, o governo prevê custos na ordem de 98,8 mil milhões de meticais, correspondendo a 7,5% do PIB, enquanto em 2022 havia sido de 72,3 mil milhões de meticais, representando 6,1% do PIB.

Mozambique will be the third African country with the highest public debt in 2024, reveals IMF

Moçambique será o terceiro país africano com maior dívida pública em 2024, revela relatório do FMI

According to projections by the International Monetary Fund (IMF), Mozambique will be the third African country with the highest public debt in relation to Gross Domestic Product (GDP) in 2024. The country, already facing significant indebtedness, will see its debt rise to 92.4 per cent of GDP next year, compared to the 89.7 per cent estimated for the current year.
Continentally, only Sudan, with an impressive 238.8 per cent debt to GDP, and Cape Verde, with 109.7 per cent, exceed the forecast for Mozambique. The latter will stand out as one of the few nations to witness a substantial increase in its indebtedness, standing clearly above the African average of 59.7 per cent, while many other countries in the region are predicted to experience reductions or stability in their debts.
The IMF’s “Africa Special Issue” report highlights that among the 50 African countries analysed, only 12 are expected to witness an increase in their public debt in 2024. Mozambique, with an increase of 2.7 percentage points, ranks third on this list, preceded by Rwanda and the Comoros Islands.

As for the ranking of African countries with the highest levels of public debt in 2024, Mozambique ranks third, behind Sudan and Cape Verde. This puts the country above the African average of 62.7 per cent and the Sub-Saharan African average of 55.8 per cent, although it remains below the 94.3 per cent recorded in 2022.
In terms of the major African economies, Angola projects a public debt of 77.1 per cent of GDP in 2024, ranking as the 11th highest percentage on the continent. South Africa follows with 75.8 per cent, while Nigeria maintains one of the lowest rates, with just 41.3 per cent.
The five African countries with the highest public debts in relation to GDP in 2024 are:

  1. Sudan – 238.8 per cent (256 per cent in 2023);
  2. Cape Verde – 109.7 per cent (113.1 per cent in 2023);
  3. Mozambique – 92.4 per cent (89.7 per cent in 2023);
  4. Congo – 91% (97.8% in 2023);
  5. Egypt – 88.1 per cent (92.7 per cent in 2023).
    These conclusions were presented in the International Monetary Fund’s “Africa Special Issue” report.
    It is important to note that, according to the latest quarterly bulletin on public debt from the Ministry of Economy and Finance, the Mozambican state ended the third quarter of 2023 with a public debt stock of 972 billion meticais, indicating an increase of 5.1 per cent compared to the end of 2022.

External debt, which accounts for 66 per cent of the total, is estimated at 643 billion meticais, with emphasis on multilateral and bilateral creditors (with China in particular) and Eurobonds (Mozam 2032). Domestic debt, which makes up 44 per cent of the total, has grown by 16 per cent since December 2022, reaching 328 billion meticais at the end of the third quarter of 2023.
With regard to debt servicing costs, the Economic and Social Plan and State Budget (PESOE) for 2024 estimates that interest payments and principal repayments will represent 7.6 per cent of the GDP projected for next year. This implies an increase of 18% compared to 2023, totalling approximately 116.6 billion meticais. For this year, the government forecasts costs of around 98.8 billion meticais, corresponding to 7.5 per cent of GDP, while in 2022 it was 72.3 billion meticais, representing 6.1 per cent of GDP.

III Conferência de Investimento: Inhambane quer promover a diversificação económica

A Província de Inhambane, conhecida pelo vasto potencial turístico ao longo de seus 700 km de costa, busca expandir suas actividades económicas além do turismo. Amosse Macamo, Secretário de Estado da província, destacou a importância da diversificação económica e da implementação de projectos impactantes durante a abertura da III Conferência Provincial de Investimentos.

Macamo destacou os projectos em curso, incluindo a exploração de gás natural, produção de energia eléctrica e construção de infraestrutura viária, visando impulsionar o desenvolvimento socioeconómico. Tendo sublinhado que o sector de infraestrutura desempenha um papel vital na dinamização do desenvolvimento provincial.

Durante a conferência, o Secretário do Estado expressou a intenção de desenvolver uma visão comum sobre investimentos em diversos sectores, como turismo, mineração, agricultura, pesca, entre outros.

Por seu turno, Abdul Razack, representante do Conselho Empresarial de Inhambane, desafiou os empresários locais a serem proactivos, destacando as condições favoráveis da província para o desenvolvimento económico. Razack mencionou vantagens, como uma alta taxa de água potável, electricidade em todas as sedes distritais, a presença de aeroportos internacionais em Vilankulo e Inhambane, além da conexão da província à EN1.

A III Conferência de Investimento, realizada sob o lema “Inhambane Desenvolvendo Cadeias de Valores para Impulsionar a Produção, Emprego e Consumo Local”, destaca o compromisso da província em promover um crescimento económico sustentável e inclusivo.

III Investment Conference: Inhambane wants to promote economic diversification

Inhambane Province, known for its vast tourist potential along its 700 km of coastline, is looking to expand its economic activities beyond tourism. Amosse Macamo, the province’s Secretary of State, highlighted the importance of economic diversification and the implementation of impactful projects during the opening of the III Provincial Investment Conference.

Macamo highlighted the projects underway, including natural gas exploration, electricity production and road infrastructure construction, aimed at boosting socio-economic development. He stressed that the infrastructure sector plays a vital role in boosting provincial development.

During the conference, the Secretary of State expressed his intention to develop a common vision on investments in various sectors, such as tourism, mining, agriculture and fishing, among others.

For his part, Abdul Razack, representative of the Inhambane Business Council, challenged local entrepreneurs to be proactive, highlighting the favorable conditions in the province for economic development. Razack mentioned advantages such as a high rate of drinking water, electricity in all district headquarters, the presence of international airports in Vilankulo and Inhambane, as well as the province’s connection to the EN1.

The III Investment Conference, held under the slogan “Inhambane Developing Value Chains to Boost Local Production, Employment and Consumption”, highlights the commitment of the province to the development of the economy.

Altona Rare Earths eleva participação para 51% na empresa Monte Muambe Mining

Altona Rare Earths eleva participação para 51% na empresa Monte Muambe Mining

Em um movimento estratégico, a Altona Rare Earths anunciou o aumento de sua participação na Monte Muambe Mining Limitada de 20% para 51%, Consolidando-se como accionista maioritária após o êxito da Fase 2 do projecto Monte Muambe Rare Earths.

O marco representativo reflete não apenas um significativo avanço para a Altona, mas também consolida sua posição na Monte Muambe Mining Limitada, a subsidiária moçambicana que detém a  licença de prospecção.

Cedric Simonet, Diretor Executivo da Altona, enfatizou a importância do desenvolvimento, declarando: “Estamos muito satisfeitos com este progresso e o aumento da participação da empresa na Monte Muambe Mining Limitada para 51% materializa as recompensas da conclusão da Fase 2, representando um passo importante na redução do risco do projecto”.

A Altona Rare Earths, uma empresa focada na exploração e desenvolvimento de recursos de Terras Raras em África, agora detém a maioria do controle na subsidiária, marcando um novo capítulo emocionante em sua jornada no sector. Este avanço estratégico não apenas fortalece a posição da Altona no mercado de Terras Raras, mas também amplia sua influência na Monte Muambe Mining Limitada, posicionando-a de maneira mais robusta para enfrentar os desafios e as oportunidades no cenário em constante evolução.

O aumento da participação está sujeito à aprovação final do Ministro dos Recursos Minerais e Energia, destacando o compromisso da Altona com os processos regulatórios e seu respeito pelas normativas do sector. Esse passo corrobora o compromisso da empresa com o crescimento sustentável e o desenvolvimento responsável dos recursos de Terras Raras em Moçambique.

À medida que a Altona Rare Earths celebra esse marco, a expectativa é que o aumento da participação proporcione uma base sólida para o progresso contínuo, consolidando sua presença como uma figura proeminente no cenário das Terras Raras em África.