Tuesday, April 28, 2026
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Altona Rare Earths eleva participação para 51% na empresa Monte Muambe Mining

Altona Rare Earths eleva participação para 51% na empresa Monte Muambe Mining

In a strategic move, Altona Rare Earths announced the increase of its stake in Monte Muambe Mining Limitada from 20 per cent to 51 per cent, consolidating itself as the majority shareholder following the success of Phase 2 of the Monte Muambe Rare Earths project.

The milestone not only reflects a significant step forward for Altona, but also consolidates its position in Monte Muambe Mining Limitada, the Mozambican subsidiary that holds the prospecting licence.

Cedric Simonet, Altona’s CEO, emphasised the importance of the development, stating, “We are very pleased with this progress and the increase in the company’s stake in Monte Muambe Mining Limitada to 51% materialises the rewards of completing Phase 2, representing an important step in reducing the project’s risk.”

Altona Rare Earths, a company focused on the exploration and development of Rare Earth resources in Africa, now holds a majority stake in the subsidiary, marking an exciting new chapter in its journey in the sector. This strategic move not only strengthens Altona’s position in the Rare Earths market, but also extends its influence in Monte Muambe Mining Limitada, positioning it more robustly to face the challenges and opportunities in the constantly evolving landscape.

The increase in shareholding is subject to final approval by the Minister of Mineral Resources and Energy, underlining Altona’s commitment to regulatory processes and its respect for the sector’s rules. This step corroborates the company’s commitment to sustainable growth and the responsible development of rare earth resources in Mozambique.

As Altona Rare Earths celebrates this milestone, the expectation is that the increased shareholding will provide a solid foundation for continued progress, consolidating its presence as a prominent figure on the Rare Earths scene in Africa.

Gemfields: Vende 69,5 milhões de dólares em leilão

Rubis em destaque: Gemfields alcança 69,5 milhões de dólares em leilão

A empresa de mineração londrina, anunciou uma conquista de 69,5 milhões de dólares em um leilão de rubis brutos de qualidade exímia. A notável iniciativa, ocorrida em Banguecoque, Tailândia, marcou não apenas a excelência das gemas, mas também a transição eficaz para um formato de leilão virtual, garantindo a participação global.

Durante o período de 20 de Novembro a 5 de Dezembro, os 97 lotes foram exibidos em Banguecoque para visualização privada e presencial, com os lances subsequentes conduzidos por meio de uma plataforma online adaptada pela Gemfields, permitindo a participação de clientes em várias partes do mundo.

Originados no distrito de Montepuez, norte de Moçambique, os rubis foram extraídos pela Montepuez Ruby Mining Limitada (MRM), detentora de 75% da propriedade pela Gemfields e 25% pela Mwiriti Limitada. Destacando o compromisso com as origens, a Gemfields anunciou que os rendimentos totais do leilão serão repatriados para a MRM em Moçambique, com todos os royalties devidos ao governo moçambicano, solidificando a contribuição socioeconómica.

Adrian Banks, director administrativo de produtos e vendas da Gemfields, enfatizou que o sucesso do leilão não apenas sustenta a saúde contínua do mercado, mas também impulsiona a empresa para além dos 2 bilhões de dólares em vendas acumuladas em leilões de esmeraldas e rubis. Este feito é uma realização significativa, evidenciando o compromisso integral da empresa em reinvestir nas nações de origem e cumprir obrigações fiscais substanciais, aproximando-se dos 400 milhões de dólares destinados aos governos de Moçambique e Zâmbia.

Os rubis provenientes de Cabo Delgado têm despertado grande interesse no mercado global, especialmente na Ásia. Mesmo diante de desafios, como os períodos de fechamento em 2020 e 2021 devido à pandemia de covid-19, a Gemfields continua a prosperar, reforçando seu papel essencial na economia moçambicana e além-fronteiras.

Rubies in the spotlight: Gemfields achieves 69.5 million dollars at auction

Rubies in the spotlight: Gemfields reaches 69.5 million dollars at auction

The London-based mining company announced an extraordinary achievement by totalling 69.5 million dollars in an auction of rough rubies of outstanding quality. The remarkable initiative, which took place in Bangkok, Thailand, marked not only the excellence of the gems, but also the effective transition to a virtual auction format, guaranteeing global participation.
During the period from 20 November to 5 December, the 97 lots were exhibited in Bangkok for private, face-to-face viewing, with subsequent bidding conducted via an online platform adapted by Gemfields, allowing customers in various parts of the world to participate.
Originating in the Montepuez district of northern Mozambique, the rubies were mined by Montepuez Ruby Mining Limitada (MRM), which is 75 per cent owned by Gemfields and 25 per cent by Mwiriti Limitada. Emphasising its commitment to its origins, Gemfields announced that the total proceeds of the auction will be repatriated to MRM in Mozambique, with all royalties due to the Mozambican government, solidifying the socio-economic contribution.

Adrian Banks, managing director of products and sales at Gemfields, emphasised that the success of the auction not only underpins the continued health of the market, but also propels the company beyond the 2 billion dollars in accumulated sales from emerald and ruby auctions. This is a significant achievement, highlighting the company’s full commitment to reinvesting in the nations of origin and meeting substantial tax obligations, approaching 400 million dollars for the governments of Mozambique and Zambia.
Rubies from Cabo Delgado have aroused great interest in the global market, especially in Asia. Even in the face of challenges, such as the closure periods in 2020 and 2021 due to the covid-19 pandemic, Gemfields continues to thrive, reinforcing its essential role in the Mozambican economy and beyond.

HEINEKEN Moçambique proporciona experiência inédita aos consumidores nos 150 anos da marca

HEINEKEN Moçambique proporciona experiência inédita aos consumidores nos 150 anos da marca

No quadro da iniciativa visando a promoção do turismo nacional, a HEINEKEN Moçambique decidiu proporcionar uma experiência inédita aos seus consumidores, no âmbito das celebrações dos 150 anos da marca.

Enquadrado num programa de celebração à escala mundial, a cervejeira levou cinquenta (50) consumidores da Heineken® à Ponta Milibangalala, no interior do Parque Nacional de Maputo.

A HEINEKEN Moçambique decidiu aliar a celebração dos 150 anos da marca à exploração das potencialidades turísticas do país, que actualmente figura no topo no que aos destinos preferenciais a nível do continente africano diz respeito.

“Escolhemos o turismo por o considerar uma área vital e que pode catapultar o desenvolvimento do país. O turismo é um importante motor para a economia e tem o condão de contribuir para o bem-estar social. Somos uma marca que tem no seu DNA a geração de mudanças positivas que se traduzam na qualidade de vida. Apesar de estarmos em outras frentes, como por exemplo na agricultura, decidimos assinalar este marco histórico abraçando este sector-chave pelo elevado potencial de que o país dispõe”, disse Filipa Neves, Directora de Marketing da HEINEKEN Moçambique.

O Parque Nacional de Maputo, popularmente conhecido por Parque dos Elefantes, conta com uma extensão de 1.040 Kme está localizado no distrito de Matutuíne, província de Maputo.

Dispõe de florestas (de solo arenoso e mangal), pântanos, dunas cobertas de vegetação e diversidade animal (elefantes, zebras, girafas, hipopótamos, crocodilos e uma variedade de antílopes).

Este ano, a marca Heineken® celebra 150 anos e decidiu proporcionar, em todo o mundo, experiências verdadeiramente marcantes.

Na esteira das celebrações, a HEINEKEN Moçambique vai levar seis (06) consumidores ao Hey Neighbour Festival, na vizinha África do Sul, um evento que juntará os influencers da marca para um intercâmbio. No decurso da campanha, de forma pioneira, a Heineken promoveu a interacção entre vários influencers da região Africana.

Importa fazer menção de que a HEINEKEN Moçambique rubricou, recentemente, um memorando de entendimento com o Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), visando a dinamização da cultura moçambicana.

EMOSE defende a importância de uma abordagem gradual para ingressar nos Mega-Projectos

Mercados dos Seguros em Moçambique

Durante a conferência “Mercados dos Seguros em Moçambique: Um Passo para os Mega-Projetos”, realizada hoje, empresários do ramo de seguros e especialistas abordaram os desafios e oportunidades relacionadas aos projectos de grande escala em Moçambique. O evento destacou a necessidade de uma abordagem gradual e estratégica para garantir o sucesso e a sustentabilidade desses empreendimentos.

Isaias Chembeze, director comercial da Emose, sublinhou que a estratégia das seguradoras, deve buscar uma base sólida, com ênfase na alfabetização, literacia financeira, segurança e percepção, antes de avançar para projectos de maior envergadura.

“O principal foco das seguradoras neste momento não deve ser apenas entrar nos mega-projetos, mas sim consolidar-se como uma empresa robusta capaz de enfrentar os riscos apresentados por multinacionais em suas actividades”, destacou.

Apesar de falar do caminho que deve ser traçado pelas seguradoras, não deixou de mencionar os desafios enfrentados por essas, ao tentar acessar mega-projectos, relacionando ao projecto do Ruvuma.

“Em 2014, uma legislação específica foi criada para obrigar a contratação de seguros nacionais como forma de mitigar os riscos desses empreendimentos no país. No entanto, interpretações ambíguas na secção de seguros, levou à percepção de que as empresas nacionais não possuíam capacidade para assumir esses riscos, abrindo espaço para contratos com seguradoras estrangeiras”.

Em meio a diversas abordagens discutidas, empresários ressaltaram a importância de uma entrada estruturada das seguradoras no mercado dos mega-projetos. A sugestão principal consiste em abordar o mercado nacional de forma segmentada, concentrando-se em “fatias” específicas, nomeadamente em seguros domésticos, como automóveis, acidentes de trabalho e funerais.

Paralelamente, Moçambique direcciona esforços para identificar e explorar oportunidades nos grandes projectos, visando capitalizar o potencial significativo de prémios de seguros associados a esses empreendimentos. Esses elementos podem se revelar fundamentais para o sucesso a longo prazo do país nesse sector.

EMOSE defends the importance of a gradual approach to entering mega-projects

Mercados dos Seguros em Moçambique

During the conference “Insurance Markets in Mozambique: A Step towards Mega-Projects”, held today, insurance entrepreneurs and experts addressed the challenges and opportunities related to large-scale projects in Mozambique. The event emphasised the need for a gradual and strategic approach to ensure the success and sustainability of these ventures.

Isaias Chembeze, Emose’s commercial director, emphasised that the insurers’ strategy must seek a solid foundation, with an emphasis on literacy, financial literacy, security and perception, before moving on to larger projects.

“The main focus for insurers at the moment should not just be to enter mega-projects, but to consolidate themselves as a robust company capable of facing the risks posed by multinationals in their activities,” he emphasised.

Although he spoke of the path that insurance companies must follow, he did not fail to mention the challenges they face when trying to access mega-projects, relating it to the Ruvuma project.

“In 2014, specific legislation was created to oblige the contracting of national insurance as a way of mitigating the risks of these ventures in the country. However, ambiguous interpretations in the insurance section led to the perception that national companies did not have the capacity to take on these risks, opening up space for contracts with foreign insurers.”

Amid the various approaches discussed, businesspeople emphasised the importance of a structured entry by insurers into the mega-project market. The main suggestion is to approach the national market in a segmented way, concentrating on specific “slices”, namely domestic insurance, such as motor, work accidents and funerals.

At the same time, Mozambique is making efforts to identify and exploit opportunities in major projects, with a view to capitalising on the significant potential for insurance premiums associated with these ventures. These elements could prove fundamental to the country’s long-term success in this industry.

“Carteira de clientes do BCI ultrapassa os 2,3 milhões com conta bancária e mais de 4 milhões com conta bancária e móvel”, Diogo Bragança.

Carteira de clientes do BCI ultrapassa os 2,3 milhões com conta bancária e mais de 4 milhões com conta bancária e móvel

Diogo Bragança, director central de operações do Banco Comercial e de Investimentos (BCI), abordou a importância da literacia financeira e digital durante a sua intervenção na 2ª edição da Conferências Índico, subordinada ao tema “Mercado de Seguros em Moçambique: Acertar o passo dos Mega-Projectos”. Salientando que, embora o debate sobre o enquadramento legal do conteúdo local seja relevante, a atenção deve ser direccionada para questões mais fundamentais, como a promoção da literacia financeira.

Bragança destacou o papel crucial que o BCI desempenha no desenvolvimento económico e social de Moçambique, tendo uma missão importante para gerar crescimento e contribuir para as famílias e comunidades em geral. Com uma carteira de clientes que ultrapassa os 2,3 milhões com conta bancária e mais de 4 milhões com conta bancária e móvel, o BCI, como outros bancos sistémicos, assume a responsabilidade de promover a literacia financeira nas comunidades.

O director enfatizou por outro prisma, os esforços do BCI na promoção da literacia financeira, implementando canais digitais para facilitar as transações dos clientes. Explicou por conseguinte que a incorporação de ofertas digitais permite aos clientes realizar transações sem preencher formulários, utilizando dados já existentes na base de dados dos bancos.

Ainda nesta senda, a fonte defende a necessidade urgente de os bancos aproveitarem a tecnologia para promover a literacia financeira, reconhecendo que, apesar do baixo nível de interactividade com a tecnologia em algumas áreas, as comunidades são avançadas e podem se beneficiar significativamente desses avanços.

O BCI, como instituição financeira sistémica, continua comprometido em impulsionar o desenvolvimento económico e social do país, facilitando o acesso e a compreensão dos serviços financeiros pelas comunidades locais.

De realçar que o evento proporcionou uma plataforma valiosa para discutir e reflectir sobre o futuro do mercado de seguros em Moçambique, reunindo profissionais e especialistas do sector.

“BCI’s client portfolio exceeds 2.3 million with a bank account and more than 4 million with a bank and mobile account”, Diogo Bragança.

Carteira de clientes do BCI ultrapassa os 2,3 milhões com conta bancária e mais de 4 milhões com conta bancária e móvel

Diogo Bragança, central operations manager at Banco Comercial e de Investimentos (BCI), addressed the importance of financial and digital literacy during his speech at the 2nd edition of Conferências Índico, on the theme “Insurance Market in Mozambique: Getting the Mega-Projects Right”. He stressed that although the debate on the legal framework for local content is relevant, attention should be focused on more fundamental issues, such as promoting financial literacy.

Bragança highlighted the crucial role that BCI plays in Mozambique’s economic and social development, with an important mission to generate growth and contribute to families and communities in general. With a client portfolio of more than 2.3 million with a bank account and more than 4 million with a bank and mobile account, BCI, like other systemic banks, takes on the responsibility of promoting financial literacy in the communities.

The director also emphasized BCI’s efforts to promote financial literacy by implementing digital channels to facilitate customer transactions. He explained that the incorporation of digital offers allows customers to carry out transactions without filling in forms, using data already in the bank’s database.

Also in this vein, the source defends the urgent need for banks to take advantage of technology to promote financial literacy, recognizing that, despite the low level of interactivity with technology in some areas, communities are advanced and can benefit significantly from these advances.

The BCI, as a systemic financial institution, remains committed to boosting the country’s economic and social development by facilitating access to and understanding of financial services by local communities.

It should be noted that the event provided a valuable platform to discuss and reflect on the future of the insurance market in Mozambique, bringing together professionals and experts from the sector.

Moçambique reforça controlo do sector mineiro

Moçambique reforça controle sobre o sector mineiro

Moçambique dará início, em Janeiro, o controle estratégico de sua indústria mineradora. A multinacional francesa SGS, após vencer um concurso público promovido pelo governo moçambicano em Agosto de 2022, assume a responsabilidade de fiscalizar as quantidades, preços e especificações dos minérios extraídos e exportados pelo país.

Até então, as empresas mineradoras eram responsáveis por declarar as especificações e os preços dos minérios no mercado internacional, resultando, muitas vezes, em uma subvalorização prejudicial para a economia moçambicana. Segundo João Macaringue, coordenador-adjunto do Gabinete de Reformas Económicas no Ministério de Economia e Finanças, essa prática vinha causando prejuízos consideráveis ao país.

“Agora, a SGS terá um contrato de três anos para realizar a classificação dos minerais, definindo suas especificidades e levando em conta os preços de referência internacionais. Isso marca uma mudança crucial para Moçambique, que visa recuperar parte substancial dos recursos perdidos devido à subavaliação sistemática”, explicou Macaringue.

O coordenador também destacou outra medida importante: a obrigatoriedade de que 10% das receitas provenientes da exploração de recursos minerais permaneçam localmente. Anteriormente, essa percentagem era de apenas 2,75%, sendo ampliada para 10%, dos quais 2,75% destinados ao local específico de extracção e 7,25% para a província.

O início das operações da SGS está previsto para finais de Janeiro, aguardando apenas o visto do Tribunal Administrativo (TA). Essa mudança representa um passo significativo para fortalecer o controle e a gestão sustentável dos recursos minerais de Moçambique.

Mozambique strengthens control over mining industry

Moçambique reforça controle sobre o sector mineiro

Mozambique will begin strategic control of its mining industry in January. The French multinational SGS, after winning a public tender promoted by the Mozambican government in August 2022, will assume responsibility for overseeing the quantities, prices and specifications of the minerals extracted and exported by the country.
Until then, mining companies were responsible for declaring the specifications and prices of ores on the international market, often resulting in undervaluation that was detrimental to the Mozambican economy. According to João Macaringue, deputy coordinator of the Economic Reforms Office at the Ministry of Economy and Finance, this practice had been causing considerable damage to the country.
“Now, SGS will have a three-year contract to carry out the classification of minerals, defining their specificities and taking into account international reference prices. This marks a crucial change for Mozambique, which aims to recover a substantial part of the resources lost due to systematic undervaluation,” Macaringue explained.

The coordinator also highlighted another important measure: the obligation for 10 per cent of revenues from the exploitation of mineral resources to remain local. Previously, this percentage was only 2.75 per cent, but it has been increased to 10 per cent, of which 2.75 per cent goes to the specific extraction site and 7.25 per cent to the province.
SGS is scheduled to begin operations at the end of January, pending the approval of the Administrative Court (TA). This change represents a significant step towards strengthening the control and sustainable management of Mozambique’s mineral resources.