Thursday, April 9, 2026
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Standard Bank oferece ventiladores ao MISAU

O Standard Bank procedeu, sexta-feira, 6 de Novembro, em Maputo, à entrega de ventiladores pulmonares ao Ministério da Saúde (MISAU), para o tratamento de pacientes com Covid-19, no País.

Esta doação faz parte das acções de responsabilidade social corporativa do banco, visando apoiar os esforços do País para dar uma resposta cabal à pandemia do novo coronavírus, garantindo a rápida recuperação dos pacientes com insuficiência respiratória.

A ventilação mecânica tem representado um grande avanço no suporte respiratório dos pacientes em tratamento intensivo, uma vez que aumenta a probabilidade de sobrevivência dos pacientes.

Intervindo, durante a cerimónia de entrega dos ventiladores, o administrador delegado do Standard Bank, Chuma Nwokocha, disse ser expectativa do banco que os meios ora entregues ajudem na redução do número de mortes que têm estado a ocorrer devido à Covid-19, no País.

Por sua vez, o ministro da Saúde, Armindo Tiago, indicou que os ventiladores constituem aparelhos clínicos que são a última esperança para grande parte dos pacientes gravemente doentes com o SARS-CoV-2. “A recuperação de pacientes que constam dos dados que aqui anunciamos foi, sem dúvidas, graças à capacidade que tem sido instalada no sector, pelo Governo e instituições de boa vontade, como o Standard Bank”, concluiu.

Importa realçar que, ainda no âmbito do apoio ao Governo no combate ao Coronavírus, o banco efectuou a entrega, em Junho, de um donativo constituído por 500 fatos de protecção descartáveis, 500 óculos de protecção, 30 mil luvas cirúrgicas e 50 mil máscaras cirúrgicas, para proteger a saúde dos médicos e demais profissionais de saúde, envolvidos, a diversos níveis, no combate à crise sanitária da Covid-19, no País.

Dois grandes erros de liderança que você deve evitar

Uma coisa é certa. Com a massificação de conhecimento e informação, nos dias de hoje, não é só dos trabalhadores que se exige habilidades. Os líderes, agora mais do que nunca, precisam treinar-se para guiar a organização à bom porto. 

Infelizmente, desde os tempos do Taylorismo aos dias de hoje, muito há por se mudar ao nível das lideranças organizacionais. Um ser humano gasta mais de um terço do seu tempo diário no local de trabalho, cinco vezes por semana – às vezes, infelizmente, mais dias que cinco. 

Já sabem por onde vou. O clássico discurso de chamada de atenção, pois, a ser verdade, vivemos no trabalho e, de vez em quando, caso este nos permita, damos umas voltas breves em casa para recarregar as energias. 

O trabalho dignifica o Homem é o que ouvimos. Contudo, existe um conjunto de erros clássicos cometidos por líderes que tornam a tal dignidade muito indigna. Então, que erros quero eu destacar neste artigo? Ora, vejamos:

Falta de Direcção

Muito óbvio, mas, infelizmente este é o erro clássico cometido pelos líderes, chefes, directores e etc. Muitos simplesmente não sabem o que fazer nem para onde ir.

Não é um certificado de incompetência buscar ajuda para tal. Hoje em dia, existem diversos consultores que podem auxiliar na clareza de objectivos e trajectória para a sua empresa. 

Pode por si mesmo, sentar e escrever em algum lugar quais são as metas da empresa. O que se pretende fazer? Como se vê dentro de um, dois ou mesmo, cinco anos. Depois disso, pense nas metas menores. 

O que precisa ser feito diariamente, semanalmente e mensalmente para que a meta maior seja alcançada? Tendo estes pontos esclarecidos, jamais será um líder que tenta guiar uma organização “às cegas”.

Uma fraca liderança desmotiva qualquer trabalhador, principalmente se for acompanhada do erro seguinte.

Fraca Comunicação

Muito mais do que falar bem, o saber comunicar-se está igualmente ligado ao saber ouvir.

Em Política Externa é usado o termo “líder insensível” para descrever pessoas que tomam em consideração outras opiniões que não seja as suas. Ninguém é capaz de saber tudo e ser líder tampouco significaria isso. Há boas ideias e pensamentos em cada trabalhador.

Não saberia colocar isto de uma forma mais sensível, mas, simplesmente escute. Abra espaço para ouvir. Nada de aberturas implícitas. Nada de “mostrar abertura”. Este espaço deve estar aberto de forma nítida como parte da cultura organizacional. Seja por meio de inquéritos on-line, uma caixa para depósito de reclamações ou sessões periódicas de avaliação.

É importante que os colaboradores sintam-se participantes activos na vida da organização.

Imagine seu colaborador, com muita vontade de trabalhar e dar o seu melhor, mas, não consegue usar todo o potencial porque você, como líder, não sabe guiá-lo e/ou ouvi-lo. Será possível ter uma organização com sucesso, desta forma?

Muitas vezes, os colaboradores não abandonam a empresa por melhores salários, eles o fazem porque a liderança torna impossível produzir. É missão do líder manter os colaboradores altamente motivados, fazer nascer neles o sentimento de pertença que é primordial para o sucesso empresarial.

Conselho Municipal e FNB promovem corrida virtual

A Cidade de Maputo vai acolher, no dia 29 de Novembro, a segunda edição da corrida “FNB MAPUTO 10K”, este ano num formato virtual, para acomodar as necessidades de distanciamento social impostas pela pandemia da COVID-19. 

Os corredores serão convidados a completar um percurso de 10km, à sua escolha, entre as 05h e as 19h, e monitorar a sua corrida através do aplicativo de rastreamento a ser disponibilizado pela organização. 

“Este evento, inserido nas festividades do Dia da Cidade de Maputo, vem reforçar o enraizamento da cultura e prática da actividade desportiva para a saúde e bem- estar de forma mais abrangente. O formato (virtual) desenhado para a corrida deste ano vai permitir que todos possam participar, garantindo o cumprimento das regras de segurança e distanciamento social”, afirmou Edmundo Ribeiro, Vereador de Educação e Desporto do Conselho Municipal de Maputo. 

Com a prática do desporto em grupo praticamente suspensa em todo o mundo, as actividades desportivas virtuais têm vindo a ganhar força a nível internacional, dando às pessoas soluções divertidas e inovadoras, com vista à prática do desporto competitivo também em época de pandemia. 

“Depois do sucesso da corrida “FNB MAPUTO 10K” no ano passado, em que demos oportunidade aos participantes de fazerem, pela primeira vez, a pé a travessia da ponte Maputo-Katembe, estamos muito orgulhosos em trazer este novo conceito para Moçambique e para a nossa corrida anual, disse Peter Blenkinsop, Chief Executive Officer (CEO) do FNB Moçambique.

Shell se junta ao bloco sul-africano próximo às descobertas de gás da Total

A empresa privada de exploração Impact Oil & Gas celebrou um acordo com a Shell para o farm-out de 50 por cento de participação e operação nos blocos Transkei & Algoa, offshore na África do Sul, dias depois da TOTAL ter anunciado recentemente uma segunda descoberta de gás nas proximidades.

Em um comunicado, citado pelo site O Petróleo,  a Impact refere que que a Shell também recebeu a opção de adquirir 5% de participação de trabalho adicional, caso a joint venture opte por passar para o terceiro período de renovação. Espera-se que esse período de renovação seja aproximadamente em 2024.

O bloco Algoa está situado na Bacia do Sul Outeniqua, a uma curta distância a leste do Bloco 11B / 12B, contendo a descoberta de condensado de gás Brulpadda e onde a Total anunciou recentemente uma descoberta significativa de condensado de gás, após a perfuração bem-sucedida da exploração Luiperd-1X bem , que actualmente está a ser testado.

O bloco Transkei está situado a nordeste de Algoa na Bacia do Vale de Natal, onde a Impact identificou a prospecção de alto material associada a vários grandes corpos de fãs submarinos, que esta joint venture irá explorar com dados sísmicos 3D focados e, em seguida, perfuração exploratória potencial.

A Impact e a Shell querem adquirir mais de 6.000 km² de dados sísmicos 3D durante a primeira janela sísmica disponível após a conclusão da transação. Esta janela está prevista para o primeiro trimestre de 2022.

Eni anuncia a montagem do último módulo da plataforma Coral-Sul FLNG

A Eni anuncia o içamento e instalação do último dos 13 módulos de cobertura da instalação de FLNG Coral-Sul, actualmente em construção na Coreia do Sul. Este levantamento, que marca o fim da campanha de fabricação de módulos onshore configurando toda a planta de tratamento e liquefação de gás, está dentro do cronograma e em linha com a saída prevista para 2021 e início da produção de gás em 2022.

No comunicado em que o Profile teve acesso, Dall’Omo, Gerente Geral da Bacia Eni afirma que “esta é uma grande conquista para os Parceiros da Área 4, em meio a todas as lutas causadas pela pandemia Covid-19, e confirma o compromisso da ENI com o desenvolvimento bem-sucedido do Projecto Coral Sul.”

A construção do casco FLNG Coral-Sul e dos módulos de cobertura começou em setembro de 2019. O casco foi lançado em janeiro de 2020 e foi seguido pelo levantamento do primeiro módulo de cobertura em maio de 2020.

O Coral-Sul FLNG é a primeira planta de liquefação flutuante em águas profundas recém-construída do mundo. Com uma capacidade de 3,4 milhões de toneladas de gás liquefeito por ano, ficará localizado na costa de Moçambique e colocará em produção os consideráveis ​​recursos do campo de gás Coral na Área 4 da Bacia do Rovuma.

Desemprego aumenta em Outubro – revela índice PMI

Setembro animou o sector privado levando empresas a voltarem a contratar após 5 meses de estagnação. Mas Outubro mostrou-se diferente, já que o desemprego aumentou ligeiramente, resultado da estagnação da economia.

Estas são as conclusões do mais recente Purchasing Managers’ Index (PMI), um inquérito baseado na compilação de respostas de cerca de 400 empresas do sector privado. Os sectores abrangidos pelo inquérito incluem a agricultura, a mineração, a manufactura, a construção, o comércio a grosso e a retalho e os serviços.

O PMI baseia-se na média ponderada dos cinco índices seguintes: Novas encomendas (30%), Produção (25%), Emprego (20%), Prazos de entrega dos fornecedores (15%) e Stocks de aquisições (10%).

Durante o mês de Outubro, o número de novas encomendas diminuiu a um ritmo constante, mas pela primeira vez em 7 meses essa diminuição foi a menor já registada. No mesmo contexto, constatou-se que a pandemia afectou negativamente a produção, mas em contraste, as aquisições aumentaram fechando um ciclo que se estendia há 6 meses.

Apesar do número de contágios continuar a subir, o índice revela que os negócios continuam a acontecer. Prova disso é que em Outubro as condições para as empresas aumentaram 1.5 pontos, passando de 46.6 em Setembro para 48.1, no mês passado, dando indicações de que estão a sair da estagnação e da incerteza que marcaram o sector durante 6 meses.

Se a tendência geral se mantiver – e não há motivos para acreditarmos no contrário – os próximos meses serão de plena recuperação, mesmo podendo haver uma ligeira diminuição de emprego. O aumento de aquisições e da procura pelas empresas mostra que a economia caminha para a estabilização.

De referir que o PMI é um índice desenvolvido pela IHS Markit, uma empresa líder mundial em informações críticas, análises e soluções, para o Standard Bank Moçambique.

Millennium bim e MES promovem capacitação empresarial

O Millennium bim e a Mozambique Enterprise Solutions (MES) rubricaram um Memorando de Entendimento, cujo objectivo é fomentar o desenvolvimento de soluções financeiras visando posicionar o Millennium bim como um dos parceiros de referência do MozUP.

MozUP é um Centro de Desenvolvimento Empresarial, patrocinado pelos parceiros da Área 4 do Rovuma LNG orientado a promover a capacitação das Micro, Pequenas e Médias Empresas moçambicanas (MPME), por forma a dotá-las de competências de gestão empresarial assentes em boas práticas de mercado, tornando-as elegíveis ao financiamento bancário e qualificadas às exigências dos operadores da indústria de GNL. 

Esta iniciativa enquadra-se na Estratégia de Desenvolvimento do Conteúdo Local, que envolve a participação activa de vários stakeholders (Governo, Sector Privado, Sistema Financeiro, Operadores) na implementação de acções que visam promover o investimento empresarial, dada a relevância na melhoria do ambiente de negócios e desenvolvimento socioeconómico de Moçambique. 

O MozUP tem a sede em Maputo e pretende expandir, com actividades previstas para Pemba e Palma. Constitui uma plataforma que visa apoiar a sustentabilidade de projectos, competitividade de negócios promovidos pelas PMEs que operam em diferentes sectores de actividade geradores de emprego e oportunidades na cadeia de fornecimento “supply chain” dos grandes projectos de exploração de hidrocarbonetos.

Millennium bim está sempre atento aos desafios que, diariamente, se colocam às empresas e assume o papel de melhor aliado na oferta de soluções inovadoras de gestão corrente, apoio ao investimento e garantias, apoio à tesouraria e financiamento a curto prazo, apoio ao comércio internacional e soluções de pagamento e cobrança, proporcionando um diferencial qualitativo às PMEs nacionais.

Banco Único incrementa segurança nos cartões de crédito

Os Clientes do Banco Único têm mais uma funcionalidade de segurança nos seus Cartões Crédito, inovadora e alinhada com as novas tendências crescentes de transacções online: Agora, sempre que usarem os seus Cartões de Crédito para compras online, terão mais um nível de verificação chamada VbV que é mais um protocolo de segurança de verificação da VISA. 

Este protocolo de segurança adicional passa pelo envio de um token para um número de telefone selecionado pelo Cliente sempre que seja executada uma transacção de compra online.

Com esta medida adicional de segurança fazer compras com os Cartões de Crédito do Único é, agora, ainda mais seguro. Relembramos que a par desta novidade também por via digital, o que aliás justifica o prémio de Best Digital Bank de Moçambique atribuído pela Global Banking & Finance Review devido à simplicidade e qualidade dos seus canais digitais para Clientes Particulares e Empresas. 

Elsa Graça, CEO interina do Banco reitera que “O Banco Único continua empenhado em criar soluções ajustadas às circunstâncias e necessidades de cada Cliente. Com um mundo cada vez mais digital, a pandemia impulsionou o aumento de compras online em todo o mundo, com isto os Bancos têm necessidade de se adaptar. A ideia de oferecer uma experiência agradável ao Cliente quando ele acede aos aplicativos na internet não pode ser a única prioridade. 

Recentemente, o Único lançou a possibilidade de pedido de cartão de crédito ou a solicitação de crédito pessoal

Empresários querem “reformas profundas nas finanças do sector público”

O sector privado, representado pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) submeteu ao Ministério da Economia e Finanças, o seu parecer em relação a revisão da Lei do Sistema de Administração Financeira do Estado (SISTAFE), no qual defende uma série de “reformas profundas”.

Os homens de negócio consideram que a proposta de revisão da Lei n.º 9/2002, de 12 de Fevereiro, que cria o SISTAFE, apresenta “inovações importantes e susceptíveis de melhorar o desempenho das finanças públicas”.

Enquanto isso, a não divulgação prévia, de um relatório de avaliação do grau de implementação da lei supracitada a ser revista representa um risco de continuidade das ineficiências detectadas nos relatórios e pareceres sobre a Conta Geral do Estado, publicados pelo Tribunal Administrativo.

A CTA considera que, “o sistema não garante que se tenha uma visão integrada do sector público consolidado, nomeadamente do Governo central, dos órgãos de governação descentralizada, das autarquias e do sector público não financeiro, a proposta não dá relevância à questão de igualdade de género”.

Embora sejam actores importantes na mobilização de recursos públicos, realização de despesas e geração de responsabilidades, a proposta de revisão não dá visibilidade ao papel do Parlamento em actividades de institutos públicos diversos, incluindo os que actuam na área da segurança social.

Esta opção, segundo o sector privado, limita que os representantes do povo tenham uma participação activa no debate e fiscalização de elementos importantes para toda a sustentabilidade das finanças públicas.

No geral, a proposta falha nos mecanismos de prevenção de situações de uso ineficiente e inapropriado de recursos. Não reforça os mecanismos de monitoria e fiscalização actualmente existentes.

Indicador de Clima Económico: 3 fecha trimestre com mínimo histórico

O Indicador de Clima Económico o terceiro trimestre de 2020 com o valor mais baixo desde que há registo, de 2004 em diante, anunciou o INE.

Indicador de Clima Económico (ICE) terminou o terceiro trimestre de 2020 com o valor mais baixo desde que há registo, de 2004 em diante, recentemente o Instituto Nacional de Estatística (INE).

“O Indicador do Clima Económico (ICE) prolongou a tendência decrescente que vem registando desde o primeiro trimestre de 2020, tendo o respectivo saldo atingido o nível mais baixo da respectiva série temporal”, explica o INE no boletim dos Indicadores de Confiança e de Clima Económico relativo a setembro.

Apesar de o documento não fazer referência à covid-19, os dados reflectem o impacto da pandemia.

“A conjuntura desfavorável deveu-se, tal como no segundo trimestre, à deterioração das expectativas de emprego e da procura que vem diminuindo pelo terceiro trimestre consecutivo”, lê-se no boletim. 

Todavia, “ao nível mensal, o indicador mostrou sinais de recuperação entre os meses de agosto e setembro, mas não em magnitude suficiente para inverter o seu sentido” – o ICE fixou-se em 78,1 pontos em setembro, contra 76,6 em agosto e o mínimo histórico foi registado em julho com 74,8. O valor máximo do ICE foi registado em fevereiro de 2015 com 104,1 pontos.

Os indicadores de Confiança e de Clima Económico constituem uma publicação mensal sobre a conjuntura económica, compilada com base num inquérito de conjuntura realizado também todos os meses pelo INE às empresas do sector não financeiro.