Thursday, April 9, 2026
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Eventos da Semana: de 09 à 13 de Novembro

Confira os principais eventos que marcam a semana de 09 à 13 de Novembro:

Corrida Virtual

Sobre o evento:

O Absa Virtual Race é um evento de maratona e ciclismo, criado pelo Absa Bank Mozambique, no qual pode participar de qualquer lugar, dentro e fora de Moçambique, de 2 de novembro a 21 de dezembro, permitindo-lhe ganhar prémios.

Data e hora: segunda-feira, 2 de novembro de 2020 às 13h15

Para se registar aceda: www.absavirtualrun.co.mz

Mesa Redonda Digital: Liderança no Sector Industrial Moçambicano

 

 

Sobre o evento:

Quatro painelistas com uma actuação proeminente no sector industrial do país discutirão o tema: “Superando a Crise: Liderança no Sector Industrial Moçambicano”.

Caso tenha interesse, faça a sua inscrição clicando aqui.

5ª edição Digital HR AFTERWORK

Sobre o evento:

“O Impacto da Cultura Organizacional na atracção e retenção de talentos” é o tema que o convidado especial, Luis Decq Mota (HR Manager da KPMG- Portugal) e prestigiado profissional de Recursos Humanos de Portugal, vai falar no dia 12 de Novembro (quinta-feira) às 18h30m, numa conversa moderada por Paulo CA Selemane, especialista de RH.


Para fazer parte do evento, faça a sua inscrição através deste link.

Webinar: Gestão de direitos autorais na indústria musical

Sobre o evento:

Data e Hora: Sexta-feira, 13 de Novembro as 18:00

Painelistas

Jomalu (SOMAS)

Domingos Macamo (Musicians Association)

Sanussone Zandamela (Jurist)

Moderador

Leonel Matusse Jr (Jornalista)

Live: Facebook

Access Bank premiado Melhor Banco Digital de África

O Access Bank ganhou, recentemente, o prémio de Melhor Banco Digital de África, uma atribuição da Asian Banker Awards. Ao mesmo tempo que esse galardão enaltece sua posição, demonstra a especialidade do banco na área da digitalização. Com efeito, espera-se que actuais e futuros clientes contem com serviços digitais modernos e de qualidade nas operações do banco no mercado nacional.

Num ano em que os meios tradicionais de aceder a serviços bancários ficaram em xeque devido à pandemia, pode-se entender que o prémio, ora atribuído, confere certa vantagem ao Access Bank à medida que posiciona o banco como autoridade na prestação de serviços digitais.

Recentemente, o administrador-delegado do Access Bank Moçambique, Marco Abalroado, justificou a entrada do banco ao país, em parte, pelo interesse em financiar grandes-projectos na área do petróleo e gás. Entretanto, Abalroado adiantou também que o banco tinha interesse em se posicionar como universal, podendo, portanto, vir a ser também banco de retalho.

De referir que o início de operações do Access Bank Moçambique foi marcado pela aquisição do BancABC Moçambique, uma compra estratégica que automaticamente colocou o banco estreante como o sétimo maior do país.

MCC avalia positivamente a liberdade económica em Moçambique

Moçambique passou em seis dos oito indicadores de avaliação de liberdade económica configurando assim uma classificação positiva de 75% na área.

A referida avaliação foi feita pela Millennium Challenge Corporation (MCC) e publicada na sua página web, no dia nove do corrente mês.

O artigo mostra que as melhores classificações são dos indicadores de política de comércio e género na economia.

No primeiro, Moçambique obteve 70.8 pontos contra a mediana (dos países analisados) de 64.

Enquanto isso, no último indicador o país alcançou 3 pontos, o que contrasta com a mediana de 6.25.

Entretanto, apesar de serem a minoria, dois indicadores foram classificados negativamente.

Entre eles está o de acesso ao crédito com 28 pontos, 11 menos que os medianos.

Junto com o acima referido está o indicador de início de negócio, com a pior classificação de todas – 0.712 pontos enquanto a mediana está em 0.900 pontos.

De acordo com um comunicado de imprensa publicado pela Embaixada dos Estados Unidos em Moçambique, a MCC é uma agência americana que fornece programas de redução da pobreza aos países em desenvolvimento.

O mesmo comunicado esclarece que a agência tem cooperado com o Governo moçambicano desde 2008.

Actualmente, existe um projecto em andamento na área de agricultura desde Dezembro de 2019 e a embaixada dos Estados Unidos afirma que esta cooperação deve perdurar, assim como as avaliações periódicas.

“A MCC irá continuar a trabalhar com o Governo de Moçambique para desenvolver um compacto de assistência de alto impacto até 2023 que irá aliviar os constrangimentos ao crescimento económico e à redução da pobreza”, lê-se na publicação.

As 5 empresas que mais investiram em publicidade em 2020

Ao longo de 2020, a crise levou muitas marcas a repensar em gastos na publicidade. Mas nem todas fizeram cortes profundos. Algumas lutaram para continuar expostas. Quer por objectivos comerciais, quer por simples reconhecimento de marca, as 5 desta lista não hesitaram em pagar o preço necessário para estar no topo. Conheça-as agora:

5 – DSTV

Com um investimento de quase 36 milhões de meticais, a DSTV deu o melhor de si para continuar a se expor mesmo durante a pandemia. Como empresa de televisão via satélite, viu oportunidade no confinamento para aliciar mais clientes a – enquanto ficassem em casa – subscreverem a seus serviços. Embora não possamos dizer se a empresa viu retorno nesse investimento ousado, o caso bem-sucedido da Netflix dá-nos bons motivos para crer que não foi em vão.

4 – Coca-cola

A esta altura, a Coca-cola dispensa quaisquer introduções. Até agora foram 44 milhões de meticais dedicados à exposição e promoção de seus produtos. Com forte histórico de investimentos em publicidade, não é de surpreender que a empresa esteja na lista. Aparentemente, enquanto se ficava em casa, a Coca-cola aproveitou para nos lembrar de “abrir a felicidade”.

3 – BCI

2020 foi particularmente duro com a banca, mas isso não impediu o BCI de gastar 45.5 milhões de meticais apenas em exposição. A verdade é que a banca teve de responder à crise quase da noite para o dia. Precisou despreocupar seus clientes dando-lhes canais digitais tão funcionais quanto os tradicionais. Em Maio, por exemplo, o BCI estendeu a validade de cartões em 3 meses. Essa e outras informações precisaram de investimentos para chegar aos clientes, quer por via da imprensa, quer por via da publicidade.

2 – Standard Bank

Com 126 anos de serviço em Moçambique, é natural que o Standard Bank queira (e goste) de firmar essa posição. Este ano, manter o destaque custou ao banco quase 60 milhões de meticais. O Standard Bank é conhecido por sua consistente cultura de publicidade e mediatização, em parte por causa de suas acções de responsabilidade social. Recentemente, por exemplo, ofereceu dois ventiladores ao MISAU.

1 – Vodacom

119 milhões de meticais é o preço que a Vodacom pagou para estar no apogeu da popularidade (o dobro do que o Standard Bank precisou para estar na 2ª posição). Inabalável, a operadora mantém-se na vanguarda da telefonia móvel em Moçambique.

Curiosamente, caso a lista fosse até 10, apenas uma das concorrentes da Vodacom entraria, e por pouco. Ocupando a 9ª posição, estaria a Movitel com singelos mas significativos 32 milhões de meticais investidos em exposição.

Millennium bim recebe prémio liderança excepcional em tempo de crise

O Millennium bim foi galardoado com o prémio “Liderança Excepcional em tempo de Crise 2020” pela Global Finance, uma conceituada revista internacional de informação sobre mercados financeiros e análise do sector bancário.

Esta distinção premeia as práticas de gestão criteriosa e resposta imediata do Banco no contexto da crise sanitária e económica originada pela pandemia da COVID-19, nomeadamente em relação às medidas tomadas para proteger seus colaboradores e clientes, e fornecer suporte crítico para a sociedade em geral.

Das acções desenvolvidas, destacam-se a preocupação imediata do Banco na protecção da saúde dos seus Colaboradores, com o reforço de medidas de prevenção e de mitigação do risco de contágio sob a égide das recomendações das entidades de saúde, sem nunca ter sido colocada em causa a prestação dos melhores serviços financeiros aos Clientes.

Do mesmo modo, a revista apreciou todas as decisões no âmbito do Programa de Responsabilidade Social do Banco, através do Projecto “Mais Moçambique Pra Mim”, que incluíram, entre outros, o cancelamento do aniversário do Banco e a doação de todo o orçamento das actividades relativas à efeméride para a reabilitaçãoda enfermaria de Cardio-Pneumologia do Hospital Central de Maputo (HCM).

No ano em que celebra o seu 25o Aniversário, o Millennium bim continua o seu trajecto de sucesso e liderança, oferecendo as melhores soluções bancárias para as diversas actividades económicas, com menor risco e maior segurança, sempre atento aos desafios que diariamente se colocam à economia.

Em Outubro: Cidade da Beira foi mais cara do país

O Instituto Nacional de Estatística (INE) indica que a capital de Sofala, Beira, foi a cidade mais cara do país no passado mês de Outubro, ao registar uma inflação na ordem 0,63%, seguida de Maputo (0,57%) e Nampula (0,34%).

Em termos homólogos (Outubro de 2019), a Beira esteve igualmente em evidência, ao liderar a tendência de aumento do nível geral de preços com aproximadamente 5,15%, seguida da cidade de Nampula com cerca de 2,84% e por último a cidade de Maputo com 2,71%.

Entretanto, e em relação a variação acumulada, ou seja, de Janeiro a Outubro de 2020, a capital do país, Maputo, foi a que teve a maior subida do nível geral de preços com 1,43%, seguida das cidades de Nampula com 1,42% e da Beira com 0,76%.

No geral, e segundo dados recolhidos ao longo do mês de Outubro último, nas cidades de Maputo, Beira e Nampula, quando comparados com os do mês anterior, indicam que o custo de vida agravou na ordem de 0,53% em Moçambique.

As divisões de alimentação e bebidas não alcoólicas e de restaurantes, hotéis, cafés e similares, contribuíram no total da variação mensal com cerca de 0,27 e 0,13 pontos percentuais (pp) positivos, respectivamente.

Desagregando a variação mensal por produto, o INE destaca o aumento dos preços do tomate (6,2%), da cerveja para o consumo fora de casa (3,4%), do carapau (1,2%), do frango morto (1,6%), de motorizadas (2,5%), do arroz em grão (1,3%) e do óleo alimentar (1,4%).

Estes contribuíram no total da variação mensal com cerca de 0,31pp positivos. No entanto, alguns produtos com destaque para a cebola (2,5%) e o peixe fresco (0,3%), contrariaram a tendência de aumento, ao contribuírem com cerca de 0,03pp negativos.

Em termos acumulados (Janeiro a Outubro do ano em curso), o país registou um aumento de preços na ordem de 1,30%, com as divisões de alimentação e bebidas não alcoólicas e de restaurantes, hotéis, cafés e similares, em destaque na tendência geral de subida de preços, ao contribuírem com cerca de 0,63pp e 0,33pp positivos, respectivamente.

Analisando a variação acumulada por produto, é de destacar a subida de preços do peixe fresco, do óleo alimentar, do carapau, de veículos automóveis ligeiros novos, de veículos automóveis ligeiros em segunda mão, de refeições completas em restaurantes e do pão de trigo. Estes comparticiparam com cerca de 1,48pp positivos no total da variação acumulada.

Comparativamente a igual período do ano anterior, o país registou no mês em análise, um aumento de preços na ordem de 3,20%. As divisões de alimentação e bebidas não alcoólicas e de bebidas alcoólicas e tabaco, foram em termos homólogos, as que registaram maior variação de preços com cerca de 8,10% e 5,63%, respectivamente.

Mesmo com os impactos da pandemia da COVID-19 na economia, o Governo mantém o objectivo da inflação em um dígito, tanto para 2020 e 2021.

CARMA aposta em África e organiza Webinar sobre Media Intelligence

Um dos maiores dilemas para profissionais de comunicação e relações públicas é definir o que é uma informação relevante e como definir o sucesso de uma comunicação.

É exactamente para este dilema que a CARMA, empresa que actua no ramo de Media Intelligence, pretende apresentar soluções durante um evento online a se realizar no dia 19 de Novembro do presente ano, às 17h:00 de Lisboa, através da plataforma Zoom.

O painel é constituído pelas especialistas internacionais em monitorização e análise: Alison Williams e Orla Graham que falarão sobre o tema “Analisar o que é relevante permite contar a história certa”, sob a moderação de Luís Garcia, managing director da CARMA em Portugal e África.

Segundo um comunicado de imprensa ao qual o Profile teve acesso, Alison e Orla irão explicar “como é que um Programa de Media Intelligence pode entregar insights úteis e válidos para colocar em prática em todas as áreas de uma organização, com foco no impacto e não apenas em outputs”.

Além disso, exemplos de campanhas conduzidas pela CARMA serão expostos como estudos de caso.

O objectivo deste evento é dotar os profissionais do ramo a saberem que Métricas e Metodologias determinam o sucesso de uma campanha de comunicação e como as comunicar aos seus Stakeholders, conforme lê-se no documento.

Este Webinar que será conduzido em língua inglesa, pode ser acompanhado de forma gratuita mediante inscrição neste link: https://zoom.us/webinar/register/WN_byQeUQ5XRZazHr81yeFdEQ.

Consultora NKC: Moçambique deve manter inalterada a taxa de juro em dezembro

A consultora NKC African Economics previu que o banco central de Moçambique deve manter inalterada a taxa de juro de referência em dezembro e no princípio do próximo ano devido aos riscos de subida da inflação.

“Apesar de o Banco de Moçambique ter baixado a taxa em 250 pontos base desde o princípio de 2020, as taxas de juro reais mantiveram-se muito altas, o que normalmente encorajaria as autoridades monetárias a baixar a taxa em caso de fraco crescimento económico e perspetiva de evolução estável da inflação”, lê-se num comentário à inflação de outubro, que subiu 0,53%.

No comentário, enviado aos investidores esta filial africana da consultora britânica Oxford Economics escreve que “apesar de esperarmos que a economia registe uma ligeira contração este ano, os riscos de subida da inflação existem, incluindo o enfraquecimento da moeda local, preços mais altos de energia, eventos climatéricos adversos e perturbações decorrentes dos conflitos no país”.

Os temas da semana de 9 a 13 de Novembro

Esta semana ficará marcada pelos resultados das eleições dos Estados Unidos e o anúncio da vitória do candidato Democrata Joe Bieden e da fantástica Kamala Harris. Ela será a primeira mulher vice-presidente dos Estados Unidos da América, de origem Africana e Asiática. Como ficarão às relações bilaterais com África e em particular os investimentos em Moçambique?
 
Tendo a corrida a Casa Branca como pano de fundo, esta semana damos os parabéns para os 133 anos da cidade de Maputo, com o Presidente do Município “Txunando” em várias frentes tais como a gestão de resíduos e infra-estruturas e abertura de mais mercados, dando continuidade às iniciativas para a melhoria da vida da cidade.
 
Quanto à economia nacional, a triste notícia do aumento do desemprego em Outubro e a previsão de um crescimento negativo para 2020 fazem-nos perceber que o caminho a percorrer para a normalização da economia será longo e difícil, mesmo com alguns indicadores positivos, tais como a manutenção do prime rate pelo quarto mês consecutivo.
 
Mas nem tudo é negativo pois a conclusão de mais um módulo do projecto FLNG Coral-Sul, um dos projectos de petróleo e gás poderá ajudar a alavancar a economia moçambicana num futuro próximo.

Ainda falando de de corrida, o sector bancário está em movimento esta semana com o anúncio de duas corridas, este ano marcadas pelos condicionalismos Covid-19 e por isso mesmo “virtuais”. A primeira, do Absa acontece já desde o dia 2 de Novembro e a do FNB será a partir do dia 29 de Novembro. Iremos acompanhar para ver quem irá à frente.

Óptima semana e óptimos negócios,
Profile Moçambique

O Banco de Moçambique disponibiliza Relatório de Inclusão financeira 2019

Em 2016 o Governo de Moçambique lançou, Estratégia Nacional de Inclusão Financeira (ENIF) 2016-2022 que visava fornecer uma abordagem estruturada para o estabelecimento de políticas e acções prioritárias de monitoria, avaliação e coordenação das acções a serem levadas a cabo por diversos intervenientes, com o objectivo de avançar significativamente na construção de uma sociedade financeiramente incluída em Moçambique. Este relatório foi disponibilizado agora pelo Banco de Moçambique na sua página oficial.

As principais conclusões do estudo revelam que em 2019 houve melhorias do acesso a serviços financeiros de um modo geral no país, bem como a nível dos distritos, sem no entanto ter sido concluído todo o mapeamento dos pontos de acesso aos serviços financeiros.

É de salientar duas iniciativas que ajudaram a melhorar os índices de acesso. A iniciativa “Um distrito, um banco”, do MITADER, proporcionou, por um lado, incentivos e resultou na abertura de 35 agências bancárias nos distritos. A Bolsa de Mercadorias de Moçambique, por outro, tem vindo a trabalhar com o Governo para organizar e construir capacidade para cooperativas agrícolas.

Mas, um dos grande desafios à inclusão financeira é ainda a falta de documentos de identificação, comprovativo de endereço, de rendimentos e de NUIT etc. o que representa um grande obstáculo à inclusão financeira para os grupos de baixa renda.

Para aceder ao relatório completo visite este link.

Fonte: Banco de Moçambique