Friday, June 5, 2026
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“Cerca de 63% das pequenas e médias empresas não tem seguro” AIMO.

A Associação Industrial de Moçambique (AIMO) desempenhou um papel crucial na consolidação e estímulo do crescimento do mercado de seguros no país durante sua participação na segunda edição do Conferências do Índico, centrado no Mercado de Seguros.

Durante o evento, líderes e especialistas discutiram amplamente vários aspectos do sector de seguros em Moçambique, analisando o panorama actual e identificando desafios cruciais que afectam particularmente as pequenas e médias empresas (PMEs) do sector industrial.

Um dos principais obstáculos abordados foi a carência de comunicação eficaz e informação sobre produtos, juntamente com a necessidade de melhorar a literacia financeira e de seguros entre as empresas do sector industrial. Muitas dessas empresas carecem de conhecimento apropriado sobre os produtos de seguro disponíveis, dificultando a tomada de decisões informadas.

Outro desafio destacado foi a questão dos preços competitivos, com os prémios de seguro elevados representando uma barreira significativa para PMEs industriais. O mercado foi instigado a buscar soluções que garantam preços mais acessíveis, permitindo que um maior número de empresas tenha acesso a coberturas adequadas.

Além disso, a disponibilidade limitada de linhas de seguros nas instituições bancárias foi identificada como um factor restritivo para o acesso das PMEs industriais ao mercado de seguros. Destacou-se a necessidade crucial de desenvolver mecanismos que facilitem a obtenção de seguros por meio dessas instituições, simplificando o processo e tornando-o mais inclusivo.

A AIMO, reconhecendo a importância vital do sector de seguros para o desenvolvimento sustentável das indústrias em Moçambique, reiterou seu compromisso em colaborar estreitamente com as partes interessadas. A organização busca superar esses desafios e criar um ambiente mais propício à participação das PMEs industriais no mercado de seguros.

A segunda edição do Conferências do Índico teve como foco o tema “Mercado de Seguros em Moçambique: Acertar o passo dos Mega-Projectos”. A sessão de debate contou com a participação de figuras proeminentes, incluindo Ragendra de Sousa, ex-ministro da Indústria e Comércio, representantes do ISSM, BCI, Pesquisador do CIP, Emose e a própria Associação Industrial de Moçambique. Durante o evento, a AIMO apresentou propostas visionárias visando a transformação do sector industrial nacional, destacando a Indústria Extractiva, o crescimento do conteúdo local e a liderança nos projetos de desenvolvimento implementados em Moçambique.

Comprometida com a promoção de eventos construtivos, a AIMO reafirmou seu apoio contínuo às conferências do Índico, que desempenham um papel fundamental na troca de conhecimentos e experiências relevantes para os setores industrial e de seguros em Moçambique.

“Around 63% of small and medium-sized businesses are uninsured” AIMO.

The Industrial Association of Mozambique (AIMO) played a crucial role in consolidating and stimulating the growth of the insurance market in the country during its participation in the second edition of Conferências do Índico, focused on the Insurance Market.

During the event, leaders and experts extensively discussed various aspects of the insurance sector in Mozambique, analyzing the current panorama and identifying crucial challenges that particularly affect small and medium-sized enterprises (SMEs) in the industrial sector.

One of the main obstacles addressed was the lack of effective communication and product information, along with the need to improve financial and insurance literacy among companies in the industrial sector. Many of these companies lack proper knowledge about the insurance products available, making it difficult to make informed decisions.

Another challenge highlighted was the issue of competitive pricing, with high insurance premiums representing a significant barrier for industrial SMEs. The market was urged to seek solutions that guarantee more affordable prices, allowing a greater number of companies to have access to adequate cover.

In addition, the limited availability of insurance lines at banking institutions was identified as a factor restricting industrial SMEs’ access to the insurance market. The crucial need to develop mechanisms that make it easier to obtain insurance through banks was highlighted.

AIMO, recognizing the vital importance of the insurance sector for the sustainable development of industries in Mozambique, reiterated its commitment to collaborate closely with stakeholders. The organization seeks to overcome these challenges and create a more conducive environment for industrial SMEs to participate in the insurance market.

The second edition of Conferências do Índico focused on the theme “Insurance Market in Mozambique: Getting Mega-Projects Right”. The debate session was attended by leading figures, including Ragendra de Sousa, former Minister of Industry and Commerce, representatives of ISSM, BCI, CIP Researcher, Emose and the Industrial Association of Mozambique itself. During the event, AIMO presented visionary proposals aimed at transforming the national industrial sector, highlighting the Extractive Industry, the growth of local content and leadership in the development projects implemented in Mozambique.

Committed to promoting constructive events, AIMO reaffirmed its continued support for the Indico conferences, which play a key role in the exchange of knowledge and experiences relevant to the industrial and insurance sectors in Mozambique.

Moçambique será o terceiro país africano com maior dívida pública em 2024, revela FMI.

Moçambique será o terceiro país africano com maior dívida pública em 2024, revela relatório do FMI

Segundo as projecções do Fundo Monetário Internacional (FMI), Moçambique será o terceiro país africano com a maior dívida pública em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) em 2024. O país, já enfrentando um endividamento significativo, verá sua dívida subir para 92,4% do PIB no próximo ano, comparado aos 89,7% estimados para o ano corrente.

Continentalmente, apenas o Sudão, com impressionantes 238,8% de dívida em relação ao PIB, e Cabo-Verde, com 109,7%, superam a previsão para Moçambique. Este último se destacará como uma das poucas nações a testemunhar um aumento substancial em seu endividamento, situando-se claramente acima da média africana de 59,7%, enquanto muitos outros países da região estão previstos para experimentar reduções ou estabilidade em suas dívidas.

O relatório “África Special Issue” do FMI destaca que, entre os 50 países africanos analisados, apenas 12 devem testemunhar um aumento em sua dívida pública em 2024. Moçambique, com um crescimento de 2,7 pontos percentuais, ocupa o terceiro lugar nessa lista, precedido por Ruanda e Ilhas Comores.

Quanto ao ranking dos países africanos com os níveis mais elevados de endividamento público em 2024, Moçambique ocupa a terceira posição, atrás do Sudão e Cabo-Verde. Este cenário coloca o país acima da média africana de 62,7% e da média da África Subsaariana de 55,8%, embora permaneça abaixo dos 94,3% registados em 2022.

Em termos de grandes economias africanas, Angola projecta uma dívida pública de 77,1% do PIB em 2024, classificando-se como a 11ª percentagem mais elevada do continente. A África do Sul segue com 75,8%, enquanto a Nigéria mantém uma das taxas mais baixas, com apenas 41,3%.

Os cinco países africanos com as maiores dívidas públicas em relação ao PIB em 2024 são:

  1. Sudão – 238,8% (256% em 2023);
  2. Cabo-Verde – 109,7% (113,1% em 2023);
  3. Moçambique – 92,4% (89,7% em 2023);
  4. Congo – 91% (97,8% em 2023);
  5. Egito – 88,1% (92,7% em 2023).

Estas conclusões foram apresentadas no relatório “Africa Special Issue” do Fundo Monetário Internacional.

Importante notar que, segundo o último boletim trimestral sobre a dívida pública do Ministério da Economia e Finanças, o Estado moçambicano encerrou o terceiro trimestre de 2023 com um estoque de dívida pública de 972 mil milhões de meticais, indicando um aumento de 5,1% em relação ao final de 2022.

A dívida externa, que representa 66% do total, é estimada em 643 mil milhões de meticais, com destaque para os credores multilaterais, bilaterais (com a China em destaque) e Eurobonds (Mozam 2032). A dívida interna, que compõe 44% do total, cresceu 16% desde Dezembro de 2022, atingindo 328 mil milhões de meticais no final do terceiro trimestre de 2023.

No que diz respeito aos custos com o serviço da dívida, o Plano Económico e Social e Orçamento do Estado (PESOE) para 2024 estima que o pagamento de juros e reembolso de capital representará 7,6% do PIB projectado para o próximo ano. Isso implica um aumento de 18% em comparação a 2023, totalizando aproximadamente 116,6 mil milhões de meticais. Para o corrente ano, o governo prevê custos na ordem de 98,8 mil milhões de meticais, correspondendo a 7,5% do PIB, enquanto em 2022 havia sido de 72,3 mil milhões de meticais, representando 6,1% do PIB.

Mozambique will be the third African country with the highest public debt in 2024, reveals IMF

Moçambique será o terceiro país africano com maior dívida pública em 2024, revela relatório do FMI

According to projections by the International Monetary Fund (IMF), Mozambique will be the third African country with the highest public debt in relation to Gross Domestic Product (GDP) in 2024. The country, already facing significant indebtedness, will see its debt rise to 92.4 per cent of GDP next year, compared to the 89.7 per cent estimated for the current year.
Continentally, only Sudan, with an impressive 238.8 per cent debt to GDP, and Cape Verde, with 109.7 per cent, exceed the forecast for Mozambique. The latter will stand out as one of the few nations to witness a substantial increase in its indebtedness, standing clearly above the African average of 59.7 per cent, while many other countries in the region are predicted to experience reductions or stability in their debts.
The IMF’s “Africa Special Issue” report highlights that among the 50 African countries analysed, only 12 are expected to witness an increase in their public debt in 2024. Mozambique, with an increase of 2.7 percentage points, ranks third on this list, preceded by Rwanda and the Comoros Islands.

As for the ranking of African countries with the highest levels of public debt in 2024, Mozambique ranks third, behind Sudan and Cape Verde. This puts the country above the African average of 62.7 per cent and the Sub-Saharan African average of 55.8 per cent, although it remains below the 94.3 per cent recorded in 2022.
In terms of the major African economies, Angola projects a public debt of 77.1 per cent of GDP in 2024, ranking as the 11th highest percentage on the continent. South Africa follows with 75.8 per cent, while Nigeria maintains one of the lowest rates, with just 41.3 per cent.
The five African countries with the highest public debts in relation to GDP in 2024 are:

  1. Sudan – 238.8 per cent (256 per cent in 2023);
  2. Cape Verde – 109.7 per cent (113.1 per cent in 2023);
  3. Mozambique – 92.4 per cent (89.7 per cent in 2023);
  4. Congo – 91% (97.8% in 2023);
  5. Egypt – 88.1 per cent (92.7 per cent in 2023).
    These conclusions were presented in the International Monetary Fund’s “Africa Special Issue” report.
    It is important to note that, according to the latest quarterly bulletin on public debt from the Ministry of Economy and Finance, the Mozambican state ended the third quarter of 2023 with a public debt stock of 972 billion meticais, indicating an increase of 5.1 per cent compared to the end of 2022.

External debt, which accounts for 66 per cent of the total, is estimated at 643 billion meticais, with emphasis on multilateral and bilateral creditors (with China in particular) and Eurobonds (Mozam 2032). Domestic debt, which makes up 44 per cent of the total, has grown by 16 per cent since December 2022, reaching 328 billion meticais at the end of the third quarter of 2023.
With regard to debt servicing costs, the Economic and Social Plan and State Budget (PESOE) for 2024 estimates that interest payments and principal repayments will represent 7.6 per cent of the GDP projected for next year. This implies an increase of 18% compared to 2023, totalling approximately 116.6 billion meticais. For this year, the government forecasts costs of around 98.8 billion meticais, corresponding to 7.5 per cent of GDP, while in 2022 it was 72.3 billion meticais, representing 6.1 per cent of GDP.

III Conferência de Investimento: Inhambane quer promover a diversificação económica

A Província de Inhambane, conhecida pelo vasto potencial turístico ao longo de seus 700 km de costa, busca expandir suas actividades económicas além do turismo. Amosse Macamo, Secretário de Estado da província, destacou a importância da diversificação económica e da implementação de projectos impactantes durante a abertura da III Conferência Provincial de Investimentos.

Macamo destacou os projectos em curso, incluindo a exploração de gás natural, produção de energia eléctrica e construção de infraestrutura viária, visando impulsionar o desenvolvimento socioeconómico. Tendo sublinhado que o sector de infraestrutura desempenha um papel vital na dinamização do desenvolvimento provincial.

Durante a conferência, o Secretário do Estado expressou a intenção de desenvolver uma visão comum sobre investimentos em diversos sectores, como turismo, mineração, agricultura, pesca, entre outros.

Por seu turno, Abdul Razack, representante do Conselho Empresarial de Inhambane, desafiou os empresários locais a serem proactivos, destacando as condições favoráveis da província para o desenvolvimento económico. Razack mencionou vantagens, como uma alta taxa de água potável, electricidade em todas as sedes distritais, a presença de aeroportos internacionais em Vilankulo e Inhambane, além da conexão da província à EN1.

A III Conferência de Investimento, realizada sob o lema “Inhambane Desenvolvendo Cadeias de Valores para Impulsionar a Produção, Emprego e Consumo Local”, destaca o compromisso da província em promover um crescimento económico sustentável e inclusivo.

III Investment Conference: Inhambane wants to promote economic diversification

Inhambane Province, known for its vast tourist potential along its 700 km of coastline, is looking to expand its economic activities beyond tourism. Amosse Macamo, the province’s Secretary of State, highlighted the importance of economic diversification and the implementation of impactful projects during the opening of the III Provincial Investment Conference.

Macamo highlighted the projects underway, including natural gas exploration, electricity production and road infrastructure construction, aimed at boosting socio-economic development. He stressed that the infrastructure sector plays a vital role in boosting provincial development.

During the conference, the Secretary of State expressed his intention to develop a common vision on investments in various sectors, such as tourism, mining, agriculture and fishing, among others.

For his part, Abdul Razack, representative of the Inhambane Business Council, challenged local entrepreneurs to be proactive, highlighting the favorable conditions in the province for economic development. Razack mentioned advantages such as a high rate of drinking water, electricity in all district headquarters, the presence of international airports in Vilankulo and Inhambane, as well as the province’s connection to the EN1.

The III Investment Conference, held under the slogan “Inhambane Developing Value Chains to Boost Local Production, Employment and Consumption”, highlights the commitment of the province to the development of the economy.

Altona Rare Earths eleva participação para 51% na empresa Monte Muambe Mining

Altona Rare Earths eleva participação para 51% na empresa Monte Muambe Mining

Em um movimento estratégico, a Altona Rare Earths anunciou o aumento de sua participação na Monte Muambe Mining Limitada de 20% para 51%, Consolidando-se como accionista maioritária após o êxito da Fase 2 do projecto Monte Muambe Rare Earths.

O marco representativo reflete não apenas um significativo avanço para a Altona, mas também consolida sua posição na Monte Muambe Mining Limitada, a subsidiária moçambicana que detém a  licença de prospecção.

Cedric Simonet, Diretor Executivo da Altona, enfatizou a importância do desenvolvimento, declarando: “Estamos muito satisfeitos com este progresso e o aumento da participação da empresa na Monte Muambe Mining Limitada para 51% materializa as recompensas da conclusão da Fase 2, representando um passo importante na redução do risco do projecto”.

A Altona Rare Earths, uma empresa focada na exploração e desenvolvimento de recursos de Terras Raras em África, agora detém a maioria do controle na subsidiária, marcando um novo capítulo emocionante em sua jornada no sector. Este avanço estratégico não apenas fortalece a posição da Altona no mercado de Terras Raras, mas também amplia sua influência na Monte Muambe Mining Limitada, posicionando-a de maneira mais robusta para enfrentar os desafios e as oportunidades no cenário em constante evolução.

O aumento da participação está sujeito à aprovação final do Ministro dos Recursos Minerais e Energia, destacando o compromisso da Altona com os processos regulatórios e seu respeito pelas normativas do sector. Esse passo corrobora o compromisso da empresa com o crescimento sustentável e o desenvolvimento responsável dos recursos de Terras Raras em Moçambique.

À medida que a Altona Rare Earths celebra esse marco, a expectativa é que o aumento da participação proporcione uma base sólida para o progresso contínuo, consolidando sua presença como uma figura proeminente no cenário das Terras Raras em África.

Altona Rare Earths eleva participação para 51% na empresa Monte Muambe Mining

Altona Rare Earths eleva participação para 51% na empresa Monte Muambe Mining

In a strategic move, Altona Rare Earths announced the increase of its stake in Monte Muambe Mining Limitada from 20 per cent to 51 per cent, consolidating itself as the majority shareholder following the success of Phase 2 of the Monte Muambe Rare Earths project.

The milestone not only reflects a significant step forward for Altona, but also consolidates its position in Monte Muambe Mining Limitada, the Mozambican subsidiary that holds the prospecting licence.

Cedric Simonet, Altona’s CEO, emphasised the importance of the development, stating, “We are very pleased with this progress and the increase in the company’s stake in Monte Muambe Mining Limitada to 51% materialises the rewards of completing Phase 2, representing an important step in reducing the project’s risk.”

Altona Rare Earths, a company focused on the exploration and development of Rare Earth resources in Africa, now holds a majority stake in the subsidiary, marking an exciting new chapter in its journey in the sector. This strategic move not only strengthens Altona’s position in the Rare Earths market, but also extends its influence in Monte Muambe Mining Limitada, positioning it more robustly to face the challenges and opportunities in the constantly evolving landscape.

The increase in shareholding is subject to final approval by the Minister of Mineral Resources and Energy, underlining Altona’s commitment to regulatory processes and its respect for the sector’s rules. This step corroborates the company’s commitment to sustainable growth and the responsible development of rare earth resources in Mozambique.

As Altona Rare Earths celebrates this milestone, the expectation is that the increased shareholding will provide a solid foundation for continued progress, consolidating its presence as a prominent figure on the Rare Earths scene in Africa.

Gemfields: Vende 69,5 milhões de dólares em leilão

Rubis em destaque: Gemfields alcança 69,5 milhões de dólares em leilão

A empresa de mineração londrina, anunciou uma conquista de 69,5 milhões de dólares em um leilão de rubis brutos de qualidade exímia. A notável iniciativa, ocorrida em Banguecoque, Tailândia, marcou não apenas a excelência das gemas, mas também a transição eficaz para um formato de leilão virtual, garantindo a participação global.

Durante o período de 20 de Novembro a 5 de Dezembro, os 97 lotes foram exibidos em Banguecoque para visualização privada e presencial, com os lances subsequentes conduzidos por meio de uma plataforma online adaptada pela Gemfields, permitindo a participação de clientes em várias partes do mundo.

Originados no distrito de Montepuez, norte de Moçambique, os rubis foram extraídos pela Montepuez Ruby Mining Limitada (MRM), detentora de 75% da propriedade pela Gemfields e 25% pela Mwiriti Limitada. Destacando o compromisso com as origens, a Gemfields anunciou que os rendimentos totais do leilão serão repatriados para a MRM em Moçambique, com todos os royalties devidos ao governo moçambicano, solidificando a contribuição socioeconómica.

Adrian Banks, director administrativo de produtos e vendas da Gemfields, enfatizou que o sucesso do leilão não apenas sustenta a saúde contínua do mercado, mas também impulsiona a empresa para além dos 2 bilhões de dólares em vendas acumuladas em leilões de esmeraldas e rubis. Este feito é uma realização significativa, evidenciando o compromisso integral da empresa em reinvestir nas nações de origem e cumprir obrigações fiscais substanciais, aproximando-se dos 400 milhões de dólares destinados aos governos de Moçambique e Zâmbia.

Os rubis provenientes de Cabo Delgado têm despertado grande interesse no mercado global, especialmente na Ásia. Mesmo diante de desafios, como os períodos de fechamento em 2020 e 2021 devido à pandemia de covid-19, a Gemfields continua a prosperar, reforçando seu papel essencial na economia moçambicana e além-fronteiras.

Rubies in the spotlight: Gemfields achieves 69.5 million dollars at auction

Rubies in the spotlight: Gemfields reaches 69.5 million dollars at auction

The London-based mining company announced an extraordinary achievement by totalling 69.5 million dollars in an auction of rough rubies of outstanding quality. The remarkable initiative, which took place in Bangkok, Thailand, marked not only the excellence of the gems, but also the effective transition to a virtual auction format, guaranteeing global participation.
During the period from 20 November to 5 December, the 97 lots were exhibited in Bangkok for private, face-to-face viewing, with subsequent bidding conducted via an online platform adapted by Gemfields, allowing customers in various parts of the world to participate.
Originating in the Montepuez district of northern Mozambique, the rubies were mined by Montepuez Ruby Mining Limitada (MRM), which is 75 per cent owned by Gemfields and 25 per cent by Mwiriti Limitada. Emphasising its commitment to its origins, Gemfields announced that the total proceeds of the auction will be repatriated to MRM in Mozambique, with all royalties due to the Mozambican government, solidifying the socio-economic contribution.

Adrian Banks, managing director of products and sales at Gemfields, emphasised that the success of the auction not only underpins the continued health of the market, but also propels the company beyond the 2 billion dollars in accumulated sales from emerald and ruby auctions. This is a significant achievement, highlighting the company’s full commitment to reinvesting in the nations of origin and meeting substantial tax obligations, approaching 400 million dollars for the governments of Mozambique and Zambia.
Rubies from Cabo Delgado have aroused great interest in the global market, especially in Asia. Even in the face of challenges, such as the closure periods in 2020 and 2021 due to the covid-19 pandemic, Gemfields continues to thrive, reinforcing its essential role in the Mozambican economy and beyond.