Friday, June 5, 2026
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HEINEKEN Moçambique proporciona experiência inédita aos consumidores nos 150 anos da marca

HEINEKEN Moçambique proporciona experiência inédita aos consumidores nos 150 anos da marca

No quadro da iniciativa visando a promoção do turismo nacional, a HEINEKEN Moçambique decidiu proporcionar uma experiência inédita aos seus consumidores, no âmbito das celebrações dos 150 anos da marca.

Enquadrado num programa de celebração à escala mundial, a cervejeira levou cinquenta (50) consumidores da Heineken® à Ponta Milibangalala, no interior do Parque Nacional de Maputo.

A HEINEKEN Moçambique decidiu aliar a celebração dos 150 anos da marca à exploração das potencialidades turísticas do país, que actualmente figura no topo no que aos destinos preferenciais a nível do continente africano diz respeito.

“Escolhemos o turismo por o considerar uma área vital e que pode catapultar o desenvolvimento do país. O turismo é um importante motor para a economia e tem o condão de contribuir para o bem-estar social. Somos uma marca que tem no seu DNA a geração de mudanças positivas que se traduzam na qualidade de vida. Apesar de estarmos em outras frentes, como por exemplo na agricultura, decidimos assinalar este marco histórico abraçando este sector-chave pelo elevado potencial de que o país dispõe”, disse Filipa Neves, Directora de Marketing da HEINEKEN Moçambique.

O Parque Nacional de Maputo, popularmente conhecido por Parque dos Elefantes, conta com uma extensão de 1.040 Kme está localizado no distrito de Matutuíne, província de Maputo.

Dispõe de florestas (de solo arenoso e mangal), pântanos, dunas cobertas de vegetação e diversidade animal (elefantes, zebras, girafas, hipopótamos, crocodilos e uma variedade de antílopes).

Este ano, a marca Heineken® celebra 150 anos e decidiu proporcionar, em todo o mundo, experiências verdadeiramente marcantes.

Na esteira das celebrações, a HEINEKEN Moçambique vai levar seis (06) consumidores ao Hey Neighbour Festival, na vizinha África do Sul, um evento que juntará os influencers da marca para um intercâmbio. No decurso da campanha, de forma pioneira, a Heineken promoveu a interacção entre vários influencers da região Africana.

Importa fazer menção de que a HEINEKEN Moçambique rubricou, recentemente, um memorando de entendimento com o Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), visando a dinamização da cultura moçambicana.

EMOSE defende a importância de uma abordagem gradual para ingressar nos Mega-Projectos

Mercados dos Seguros em Moçambique

Durante a conferência “Mercados dos Seguros em Moçambique: Um Passo para os Mega-Projetos”, realizada hoje, empresários do ramo de seguros e especialistas abordaram os desafios e oportunidades relacionadas aos projectos de grande escala em Moçambique. O evento destacou a necessidade de uma abordagem gradual e estratégica para garantir o sucesso e a sustentabilidade desses empreendimentos.

Isaias Chembeze, director comercial da Emose, sublinhou que a estratégia das seguradoras, deve buscar uma base sólida, com ênfase na alfabetização, literacia financeira, segurança e percepção, antes de avançar para projectos de maior envergadura.

“O principal foco das seguradoras neste momento não deve ser apenas entrar nos mega-projetos, mas sim consolidar-se como uma empresa robusta capaz de enfrentar os riscos apresentados por multinacionais em suas actividades”, destacou.

Apesar de falar do caminho que deve ser traçado pelas seguradoras, não deixou de mencionar os desafios enfrentados por essas, ao tentar acessar mega-projectos, relacionando ao projecto do Ruvuma.

“Em 2014, uma legislação específica foi criada para obrigar a contratação de seguros nacionais como forma de mitigar os riscos desses empreendimentos no país. No entanto, interpretações ambíguas na secção de seguros, levou à percepção de que as empresas nacionais não possuíam capacidade para assumir esses riscos, abrindo espaço para contratos com seguradoras estrangeiras”.

Em meio a diversas abordagens discutidas, empresários ressaltaram a importância de uma entrada estruturada das seguradoras no mercado dos mega-projetos. A sugestão principal consiste em abordar o mercado nacional de forma segmentada, concentrando-se em “fatias” específicas, nomeadamente em seguros domésticos, como automóveis, acidentes de trabalho e funerais.

Paralelamente, Moçambique direcciona esforços para identificar e explorar oportunidades nos grandes projectos, visando capitalizar o potencial significativo de prémios de seguros associados a esses empreendimentos. Esses elementos podem se revelar fundamentais para o sucesso a longo prazo do país nesse sector.

EMOSE defends the importance of a gradual approach to entering mega-projects

Mercados dos Seguros em Moçambique

During the conference “Insurance Markets in Mozambique: A Step towards Mega-Projects”, held today, insurance entrepreneurs and experts addressed the challenges and opportunities related to large-scale projects in Mozambique. The event emphasised the need for a gradual and strategic approach to ensure the success and sustainability of these ventures.

Isaias Chembeze, Emose’s commercial director, emphasised that the insurers’ strategy must seek a solid foundation, with an emphasis on literacy, financial literacy, security and perception, before moving on to larger projects.

“The main focus for insurers at the moment should not just be to enter mega-projects, but to consolidate themselves as a robust company capable of facing the risks posed by multinationals in their activities,” he emphasised.

Although he spoke of the path that insurance companies must follow, he did not fail to mention the challenges they face when trying to access mega-projects, relating it to the Ruvuma project.

“In 2014, specific legislation was created to oblige the contracting of national insurance as a way of mitigating the risks of these ventures in the country. However, ambiguous interpretations in the insurance section led to the perception that national companies did not have the capacity to take on these risks, opening up space for contracts with foreign insurers.”

Amid the various approaches discussed, businesspeople emphasised the importance of a structured entry by insurers into the mega-project market. The main suggestion is to approach the national market in a segmented way, concentrating on specific “slices”, namely domestic insurance, such as motor, work accidents and funerals.

At the same time, Mozambique is making efforts to identify and exploit opportunities in major projects, with a view to capitalising on the significant potential for insurance premiums associated with these ventures. These elements could prove fundamental to the country’s long-term success in this industry.

“Carteira de clientes do BCI ultrapassa os 2,3 milhões com conta bancária e mais de 4 milhões com conta bancária e móvel”, Diogo Bragança.

Carteira de clientes do BCI ultrapassa os 2,3 milhões com conta bancária e mais de 4 milhões com conta bancária e móvel

Diogo Bragança, director central de operações do Banco Comercial e de Investimentos (BCI), abordou a importância da literacia financeira e digital durante a sua intervenção na 2ª edição da Conferências Índico, subordinada ao tema “Mercado de Seguros em Moçambique: Acertar o passo dos Mega-Projectos”. Salientando que, embora o debate sobre o enquadramento legal do conteúdo local seja relevante, a atenção deve ser direccionada para questões mais fundamentais, como a promoção da literacia financeira.

Bragança destacou o papel crucial que o BCI desempenha no desenvolvimento económico e social de Moçambique, tendo uma missão importante para gerar crescimento e contribuir para as famílias e comunidades em geral. Com uma carteira de clientes que ultrapassa os 2,3 milhões com conta bancária e mais de 4 milhões com conta bancária e móvel, o BCI, como outros bancos sistémicos, assume a responsabilidade de promover a literacia financeira nas comunidades.

O director enfatizou por outro prisma, os esforços do BCI na promoção da literacia financeira, implementando canais digitais para facilitar as transações dos clientes. Explicou por conseguinte que a incorporação de ofertas digitais permite aos clientes realizar transações sem preencher formulários, utilizando dados já existentes na base de dados dos bancos.

Ainda nesta senda, a fonte defende a necessidade urgente de os bancos aproveitarem a tecnologia para promover a literacia financeira, reconhecendo que, apesar do baixo nível de interactividade com a tecnologia em algumas áreas, as comunidades são avançadas e podem se beneficiar significativamente desses avanços.

O BCI, como instituição financeira sistémica, continua comprometido em impulsionar o desenvolvimento económico e social do país, facilitando o acesso e a compreensão dos serviços financeiros pelas comunidades locais.

De realçar que o evento proporcionou uma plataforma valiosa para discutir e reflectir sobre o futuro do mercado de seguros em Moçambique, reunindo profissionais e especialistas do sector.

“BCI’s client portfolio exceeds 2.3 million with a bank account and more than 4 million with a bank and mobile account”, Diogo Bragança.

Carteira de clientes do BCI ultrapassa os 2,3 milhões com conta bancária e mais de 4 milhões com conta bancária e móvel

Diogo Bragança, central operations manager at Banco Comercial e de Investimentos (BCI), addressed the importance of financial and digital literacy during his speech at the 2nd edition of Conferências Índico, on the theme “Insurance Market in Mozambique: Getting the Mega-Projects Right”. He stressed that although the debate on the legal framework for local content is relevant, attention should be focused on more fundamental issues, such as promoting financial literacy.

Bragança highlighted the crucial role that BCI plays in Mozambique’s economic and social development, with an important mission to generate growth and contribute to families and communities in general. With a client portfolio of more than 2.3 million with a bank account and more than 4 million with a bank and mobile account, BCI, like other systemic banks, takes on the responsibility of promoting financial literacy in the communities.

The director also emphasized BCI’s efforts to promote financial literacy by implementing digital channels to facilitate customer transactions. He explained that the incorporation of digital offers allows customers to carry out transactions without filling in forms, using data already in the bank’s database.

Also in this vein, the source defends the urgent need for banks to take advantage of technology to promote financial literacy, recognizing that, despite the low level of interactivity with technology in some areas, communities are advanced and can benefit significantly from these advances.

The BCI, as a systemic financial institution, remains committed to boosting the country’s economic and social development by facilitating access to and understanding of financial services by local communities.

It should be noted that the event provided a valuable platform to discuss and reflect on the future of the insurance market in Mozambique, bringing together professionals and experts from the sector.

Moçambique reforça controlo do sector mineiro

Moçambique reforça controle sobre o sector mineiro

Moçambique dará início, em Janeiro, o controle estratégico de sua indústria mineradora. A multinacional francesa SGS, após vencer um concurso público promovido pelo governo moçambicano em Agosto de 2022, assume a responsabilidade de fiscalizar as quantidades, preços e especificações dos minérios extraídos e exportados pelo país.

Até então, as empresas mineradoras eram responsáveis por declarar as especificações e os preços dos minérios no mercado internacional, resultando, muitas vezes, em uma subvalorização prejudicial para a economia moçambicana. Segundo João Macaringue, coordenador-adjunto do Gabinete de Reformas Económicas no Ministério de Economia e Finanças, essa prática vinha causando prejuízos consideráveis ao país.

“Agora, a SGS terá um contrato de três anos para realizar a classificação dos minerais, definindo suas especificidades e levando em conta os preços de referência internacionais. Isso marca uma mudança crucial para Moçambique, que visa recuperar parte substancial dos recursos perdidos devido à subavaliação sistemática”, explicou Macaringue.

O coordenador também destacou outra medida importante: a obrigatoriedade de que 10% das receitas provenientes da exploração de recursos minerais permaneçam localmente. Anteriormente, essa percentagem era de apenas 2,75%, sendo ampliada para 10%, dos quais 2,75% destinados ao local específico de extracção e 7,25% para a província.

O início das operações da SGS está previsto para finais de Janeiro, aguardando apenas o visto do Tribunal Administrativo (TA). Essa mudança representa um passo significativo para fortalecer o controle e a gestão sustentável dos recursos minerais de Moçambique.

Mozambique strengthens control over mining industry

Moçambique reforça controle sobre o sector mineiro

Mozambique will begin strategic control of its mining industry in January. The French multinational SGS, after winning a public tender promoted by the Mozambican government in August 2022, will assume responsibility for overseeing the quantities, prices and specifications of the minerals extracted and exported by the country.
Until then, mining companies were responsible for declaring the specifications and prices of ores on the international market, often resulting in undervaluation that was detrimental to the Mozambican economy. According to João Macaringue, deputy coordinator of the Economic Reforms Office at the Ministry of Economy and Finance, this practice had been causing considerable damage to the country.
“Now, SGS will have a three-year contract to carry out the classification of minerals, defining their specificities and taking into account international reference prices. This marks a crucial change for Mozambique, which aims to recover a substantial part of the resources lost due to systematic undervaluation,” Macaringue explained.

The coordinator also highlighted another important measure: the obligation for 10 per cent of revenues from the exploitation of mineral resources to remain local. Previously, this percentage was only 2.75 per cent, but it has been increased to 10 per cent, of which 2.75 per cent goes to the specific extraction site and 7.25 per cent to the province.
SGS is scheduled to begin operations at the end of January, pending the approval of the Administrative Court (TA). This change represents a significant step towards strengthening the control and sustainable management of Mozambique’s mineral resources.

Literacia em Seguros: Urge capacitar o empresariado local

Miguel Jóia, membro fundador da Associação de Conteúdo Local de Moçambique – ACLM, também Consultor Financeiro e de Seguros, participou activamente da 2ª edição da Conferências Índico, onde compartilhou insights sobre o cenário actual do mercado de seguros em Moçambique. Organizado pela Revista Índico, o tema central do evento esteve voltado ao “Mercado de Seguros em Moçambique: Acertar o passo dos Mega-Projectos”, uma plataforma valiosa que permitiu um espaço de reflexão sobre o sector.

Durante suas observações, Jóia destacou a necessidade de uma abordagem estratégica para envolver as seguradoras nos megaprojectos do país. Por sua vez, sublinha que, além das soluções existentes para esses grandes empreendimentos, há uma lacuna significativa no apoio às Pequenas e Médias Empresas (PMEs).

O consultor ressaltou que as seguradoras nacionais têm desempenhado um papel crucial nos megaprojectos, mas a falta de proximidade e compreensão das PMEs sobre os benefícios dos seguros representa um desafio. Num outro enfoque, destaca a importância da educação financeira e capacitação para aumentar a literacia em seguros entre os empresários locais.

Jóia também abordou a questão da capacidade financeira das empresas moçambicanas para fornecerem projectos de petróleo e gás, indicando que o sector privado e o governo devem colaborar mais para capacitar os empresários sobre os instrumentos disponíveis.

“Assim como os bancos que têm uma plataforma muito mais próxima dos clientes, e as seguradoras infelizmente não têm, penso que tem de haver cada vez mais confluência entre o sector privado, governo e associações empresariais, em capacitar estes empresários para que saibam quais são os instrumentos que eles têm ao seu dispor. E que infelizmente, muitas vezes, há seguradoras que nem têm esses instrumentos.

O empresário infelizmente não tem uma literacia financeira muito avançada, muito mais de seguros, e eu quero acreditar que as seguradoras fazem muito pouco ao nível de capacidade”, explicou.

O consultor concluiu sua participação destacando a necessidade de uma abordagem colaborativa entre os diferentes sectores, promovendo a confluência de esforços para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades quando os megaprojectos forem reiniciados.

O evento que contou com abertura do secretário-permanente do Ministério dos Transportes e Comunicações, Ambrósio Adolfo Sitoe, teve no leque oradores de instituições que se movem entre os players do mercado e pesquisadores da indústria. Contam-se instituições como a EMOSE, Sanlam, Instituto de Supervisão de Seguros de Moçambique, BCI, Centro de Integridade Pública e Associação Industrial de Moçambique, num debate que foi antecedido pela intervenção de Ragendra de Sousa, antigo Ministro da Indústria e Comércio.

Insurance Market in Mozambique: Getting the Mega-Projects Right

Miguel Jóia, a founding member of the Local Content Association of Mozambique – ACLM, and also a Financial and Insurance Consultant, actively participated in the 2nd edition of the Índico Conferences, where he shared insights into the current scenario of the insurance market in Mozambique. Organized by Revista Índico, the central theme of the event was “The Insurance Market in Mozambique: Getting the Mega-Projects Right”, a valuable platform that provided a space for reflection on the sector.

During his remarks, Jóia highlighted the need for a strategic approach to involve insurers in the country’s mega-projects. In turn, he stressed that, in addition to the existing solutions for these large undertakings, there is a significant gap in support for Small and Medium-sized Enterprises (SMEs).

The consultant pointed out that national insurers have played a crucial role in megaprojects, but the lack of proximity and understanding of SMEs about the benefits of insurance represents a challenge. In another approach, he highlights the importance of financial education and capacity building to increase insurance literacy among local entrepreneurs.

Jóia also addressed the issue of the financial capacity of Mozambican companies to supply oil and gas projects, indicating that the private sector and the government should collaborate more to train entrepreneurs on the instruments available.
“Just like the banks, which have a platform that is much closer to their clients, and the insurance companies,” he said.

The consultant concluded his participation by highlighting the need for a collaborative approach between the different sectors, promoting the confluence of efforts to face the challenges and seize the opportunities when the megaprojects are restarted.

The event, which was opened by the permanent secretary of the Ministry of Transport and Communications, Ambrósio Adolfo Sitoe, featured speakers from institutions that move between market players and industry researchers. The speakers included institutions such as EMOSE, Sanlam, the Insurance Supervision Institute of Mozambique, BCI, the Center for Public Integrity and the Industrial Association of Mozambique, in a debate that was preceded by a speech by Ragendra de Sousa, former Minister of Industry and Commerce.

Conferência do Agro-negócio: Empresários apontam a fraca fiscalização dos produtos não fortificados como um dos principais desafios do mercado

Conferência do Agro-negócio: empresários destacam a fraca fiscalização como um dos principais desafios do mercado

Durante a actual Conferência do Agro-negócio, que chega ao seu fim hoje, destacou-se a urgência de uma mudança de atitude e um aumento significativo nos investimentos em países terceiros. Essas medidas visam fortalecer principalmente o controle nas fronteiras, um tema crítico debatido pelos participantes.

Um dos pontos salientes discutidos na conferência é a limitação das entidades fiscalizadoras, em sua capacidade técnica. O consenso é que, embora existam regulamentações, a execução e o monitoramento enfrentam desafios substanciais.

A preocupação central que emerge é a presença generalizada de produtos não fortificados no mercado. Os participantes ressaltaram a falta de meios técnicos e equipamentos adequados por parte da entidade fiscalizadora para conduzir testes rápidos. Essa limitação coloca em xeque a capacidade de realizar apreensões de produtos que alegadamente não atendem aos padrões de fortificação, gerando uma lacuna entre a regulamentação e a efectiva fiscalização.

Os empresários presentes na conferência enfatizaram que, embora as instruções de fiscalização sejam claras, a falta de equipamentos apropriados para realizar testes rápidos prejudica a aplicação efectiva das regulamentações. A incapacidade de provar que um produto não é fortificado, mesmo quando alegações falsas são evidentes nas embalagens, torna a fiscalização um desafio substancial.

Nesse contexto, os participantes destacaram a importância dos programas de fortificação, ressaltando que beneficiam não apenas a população local, que consome produtos fortificados, mas também a integridade dos produtos importados. A ênfase recai sobre a necessidade de alinhar os interesses dos consumidores e dos produtores, garantindo a conformidade com os padrões estabelecidos.

Concluindo, a conferência evidenciou a necessidade premente de superar os desafios enfrentados na fiscalização de produtos, particularmente aqueles relacionados à fortificação. A busca por soluções eficazes e investimentos em recursos técnicos surge como um consenso para garantir a conformidade e a qualidade dos produtos disponíveis no mercado, beneficiando não apenas a população local, mas também a credibilidade dos produtos importados.

Organizado pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) em colaboração com a Scaling UP Nutrition e a Rede de Empresas para a Expansão da Nutrição – SBNMOZ, o evento proporcionou uma plataforma valiosa para repensar soluções para a sustentabilidade e competitividade dos sistemas alimentares pela nutrição em Mocambique, reunindo profissionais e especialistas do sector.